Institucional

  • A história do Pentágono surge da evolução da Escola de Química Industrial do ABC, fundada em 1961.

    O nome Pentágono foi escolhido, pois a escola pretendia servir às cinco cidades da região (Santo André, São Caetano, São Bernardo, Mauá e Ribeirão Pires).

    A iniciativa de atuar no ensino superior levou à criação da “figura” do Grupo Pentágono, composto por várias unidades, oferecendo atualmente os cursos de Ensino Fundamental, Ensino Médio, Educação Técnica e Educação Superior, que hoje abrigam mais de 3.000 alunos em duas unidades de ensino (Centro e Parque), formando pessoal qualificado, nos níveis médio, técnico e superior, a fim de atender as empresas a sociedade e em especial às necessidades da Cidade de Santo André e demais cidades da região, visto que esta região caracteriza-se por suas importantes indústrias automobilísticas, pólo petroquímico, setor de telecomunicações e informática, comunicação e serviços.

    Todos os Cursos mantidos pelo Pentágono e resultam de uma experiência de mais 50 anos nas respectivas áreas técnicas.

    O Pentágono em 1999 fundou o Instituto Octógono de Ensino Superior. A Faculdade Octógono – FOCO – com os cursos de Administração de Empresas com ênfase em Empreendedorismo, Administração de empresas com ênfase em gestão de Marketing e curso de Turismo.

    Como consequência dessa história a serviço da comunidade da região o Pentágono decidiu investir no ensino superior tecnológico, e em 2005 foi autorizado pelo MEC o funcionamento dos Cursos Graduação Tecnológica em Mecatrônica Industrial, em Processos Químicos e em Desenvolvimento de Sistemas de Informação.

  • Missão Institucional
    A missão do Pentágono é proporcionar uma educação de qualidade reconhecida pela sociedade, formando integralmente o indivíduo para os desafios de um mundo globalizado.

    Visão Institucional
    Ser a principal referência em ensino de Santo André.

    Nosso Negócio:
    Realizar sonhos.

    Nossa Crença:
    A educação é o elemento transformador das pessoas e da sociedade.

    Valores Institucionais

    1. Cooperação: É o fazer conjunto, respeitando-se a individualidade de cada um, na busca dos objetivos institucionais estabelecidos;
    2. Transparência: é o fazer íntegro, que implica em responsabilidade com a clareza das informações. É garantir a probidade nas ações;
    3. Respeito: é o ser consciente dos direitos e deveres, reconhecendo, acolhendo e aceitando as diferenças individuais;
    4. Comprometimento: É o ter humildade e abrir mão dos interesses pessoais em prol dos interesses coletivos, assumindo o compromisso de uma instituição melhor;
    5. Inovação: É o fazer diferente, desenvolvendo a capacidade de imaginar o que não existe. É assumir o compromisso de realizar sonhos

    Ofereceremos aqui no Pentágono uma educação de qualidade.
    Com lucro, se possível; com prejuízo, se necessário – mas sempre uma educação de qualidade.

     

  • Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI

     

    Inserção Regional

    pdi-mapa01

    pdi-mapa02

    A região do Grande ABC, é destacadamente uma das áreas da macroregião metropolitana de São Paulo mais desenvolvida do estado, dispondo de uma estrutura de mão de obra, capitais, tecnologia, infra-estrutura de energia e transporte, sem similaridade com outras unidades da federação. “O Grande ABC, historicamente é caracterizada como berço da ‘indústria automobilística”, no Brasil, ao lado dos municípios de São Paulo e Rio de Janeiro. Está localizada na região uma grande variedade de cadeias produtivas, com crescente participação das atividades do setor de serviços e de uma vasta de comercio. Partilhando desse cenário destacamos a cidade de Santo André, que está situada na região do Grande ABC, dentro da Região Metropolitana de São Paulo, estrategicamente localizada a 18 km do centro da cidade de São Paulo e a 55 km de Santos. Por estar próximo a maior cidade do hemisfério sul e ao maior porto da América Latina, o município é de importância ímpar e a história da industrialização do país passa por seu território. Com área de 174,38 km2 e população de 667.891 habitantes¹, a cidade é umas das mais importantes do Estado de São Paulo. Ela está situada entre o Planalto Paulista e a serra do mar, com altitude predominante variando de 750 a 800 metros.  A cidade de Santo André vem apresentando nos últimos anos uma grande perspectiva econômica, o número de empresas ativas em Santo André chegou a 53.930 em 2010, dos quais 2.249 indústrias, 19.573 estabelecimentos comerciais e 32.108 prestadores de serviços, conforme mostra o gráfico abaixo.

    pdi-grafico01

    Segundo os dados fornecidos pela prefeitura de municipal, com o PIB de 13,45 bilhões (em 2008)² e uma renda per capita de aproximadamente R$20 mil por ano, Santo André está entre os municípios mais ricos do país. A região do Grande ABC, no qual está inserida, constitui-se num dos principais mercados consumidores do Brasil, com um potencial de consumo de R$14,3 bilhões para o ano de 2010, estimado pela Target Market. Com toda esta estrutura econômica, o orçamento da prefeitura de Santo André em 2011 somou R$ 2,18 bilhões.

    Outro dado significativo é o apresentado pela Agencia Intermunicipal de Desenvolvimento do Grande ABC³, Santo André é a cidade do ABC que mais gerou empregos com carteira assinada, de acordo com dados oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego. De janeiro de 2009 até fevereiro de 2012, período que compreende o ano afetado pela crise financeira global e sua trajetória de recuperação até os números mais recentes disponíveis, Santo André contabiliza a geração de 29.210 empregos formais na indústria, no comércio e nos serviços, o que equivale a 769 novos postos de trabalho por mês ou 25 por dia, incluindo sábados, domingos e feriados, o que denota a expressiva potencialidade de crescimento do município e necessidade por investimentos na preparação e formação da mão-de-obra para inserção no mercado de trabalho.

    A Cidade de Santo André conta com uma estrutura desenvolvida no âmbito educacional. São 44 Escolas Municipais de Educação Infantil e Ensino Fundamental (EMEIFs), 10 Centros Educacionais de Santo André (CESAS), 7 Centros Públicos de Formação Profissional (CPFPs), 22 creches públicas, 18 creches conveniadas e 3 escolas de ensino técnico e profissionalizante. Somam-se ainda a essa rede 122 instituições de ensino particular, entre os níveis infantil e médio. O gráfico ao lado nos mostra a dimensão da área de educação no município, demonstrando o número de escolas do ensino fundamental, médio e superior. Além disso, também se observa o número e alunos matriculados no ensino fundamental e secundário, sendo que 24% destes estão matriculados em estabelecimentos privados.

    pdi-grafico02

    Além disso, em 2006, constavam 10 instituições de Ensino Superior no município, que oferecem cursos de graduação e pós-graduação nas mais diversas áreas. Há, inclusive, a Faculdade de Medicina do ABC, que mantém cursos voltados às ciências médicas.  Em 2004, ocorreu a instalação em Santo André do campus da Universidade Federal do ABC, voltada principalmente a formar e desenvolver pesquisas na área tecnológica.

    Fonte: IBGE – (2007) Disponível em: http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=354780# Acessado dia 05.06.12

    Fonte: Material disponível em: http://www2.santoandre.sp.gov.br/socioeconomica/6788 – Acessado dia 05.06.12 – Horário 13h30

    Agencia Intermunicipal de Desenvolvimento do Grande ABC http://www.agenciagabc.com.br/grandeabc0709br/noticias/noticia.php?id=4249 – Acessado dia 05.06.12 Horário 16 horas

     

    Princípios Filosóficos que norteiam a Instituição

    A Educação Formal não se constrói em um vácuo. Ao contrário, ela se insere em uma perspectiva sócio-histórica que reorganiza o passado, agiliza o presente e projeta o futuro, fundamentada e apoiada em princípios éticos e filosóficos que subsidiam a atuação institucional. Em educação, tudo se encontra relacionado. Não é possível pensar a educação, sem a compreensão de mundo, de homem e da própria educação. Não é possível transformar sem conhecer.

    A educação formal, hoje, enfrenta o desafio de se preparar para o século XXI, em que já estamos inseridos e cujas tendências temos de conhecer para assumi-las, transformá-las, se necessário, e, fundamentalmente, ajudarmos a construí-las, a elas e ao homem que vai vivê-las.

    O passado nos dá algumas pistas. Com o advento da Revolução Industrial e seu respectivo “boom” no final do século XIX, o mundo passou a ser movido, fundamentalmente, pela velocidade. Velocidade de transformação dos processos produtivos, dos transportes, dos costumes, da apropriação do conhecimento, dos bens tangíveis e intangíveis, dos valores, da informação. Diferentemente do mundo pré-industrial, o homem do século XXI enfrenta um cenário de multiriscos, abalado por crises estruturais, das quais o desemprego não é apenas mais uma. Criminalidade, progressão geométrica da violência e da insegurança aliadas à velocidade de produção, de circulação de informação e de mudanças paradigmáticas atordoam e angustiam o cidadão do século XXI, no Brasil e no mundo.

    Neste contexto abalado pelas rápidas transformações, a educação surge cada vez mais como uma das possibilidades de permanência e, ao mesmo tempo, de resposta às mudanças que se processam. O século XXI divide o homem entre a necessidade de permanência e o imperativo da mudança. Surge um novo homem para quem a educação deve se voltar. É função das instituições de ensino dirigirem-se para a construção desse novo homem, capaz de se posicionar diante do mundo em permanente mudança e, simultaneamente, lutar pela preservação dos valores inerentes ao humano, o direito à vida, à dignidade, ao trabalho, à saúde, ao respeito.

    Educar para valores humanos implica integrar as dimensões do conhecer, do pensar, do vivenciar e do agir. Torna-se necessária uma formação que propicie ao aluno dominar conhecimentos básicos na fronteira das ciências, da epistemologia e do avanço de campos científicos que estão estabelecendo novas visões de mundo, a partir da física quântica, da teoria dos hemisférios cerebrais, da ecologia profunda, da visão de novos processos em educação, da agilidade do mercado, de perspectivas éticas diferenciadas, numa proposta de educação interdisciplinar, sob esse ponto de vista complexo e complementar que fundamenta os novos paradigmas da ação humana.

    Esta concepção de mundo ecoa um conceito de ser humano e de educação. Inserido em uma época de globalização, de profundas alterações sociais, de mudanças de demandas de mercado, de exigências competitivas, o homem se vê individualista, auto-centrado, obrigado a se tornar cada vez mais competitivo. Para a instituição de ensino, entretanto, a formação do profissional exige uma procura pela competência continuada, pela competitividade, pela capacidade de enfrentamento de situações-problema, mas, ao mesmo tempo, esta formação precisa privilegiar a permanência dos valores relacionados ao respeito e à dignidade humana.

    A Instituição parte do princípio de que a educação existe para transformar o homem. O ser humano vive em relação e essas relações se organizam no âmbito da família, da comunidade, da nação e das intersecções de ordem internacional. Não há como escapar do relacionamento social. Ao contrário, é preciso compreendê-lo para poder agir de forma produtiva, para si e para a sociedade.
    Este fato implica, por parte da Instituição, a disseminação de idéias pluralistas, o respeito ao direito de divergir e a construção da autonomia.

    A Instituição assume como princípio, a igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber; o pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino; a valorização dos profissionais do ensino e a garantia de padrão de qualidade.

    Todo esse processo resulta no termo “qualidade de ensino”, termo-chave para quem considera a qualidade o reflexo de uma ação coordenada em todos os níveis de seu funcionamento.

     

    Organização Didática e Pedagógica

    Políticas de Ensino

    • Interagir constantemente com as diversas comunidades que a cercam, desde a regional, próxima, ao envolvimento com a sociedade como um todo, na busca de sua capacidade de ampliar seu âmbito de ação e contribuir, de modo produtivo, para a inserção de seus alunos, futuros profissionais e cidadãos, tanto no mercado de trabalho regional e nacional, como na construção contínua da cidadania e do projeto de nação;
    • Oferecer um ensino de qualidade;
    • Qualificar continuamente o corpo docente e o corpo técnico-administrativo; Focalizar a aula como processo em construção a partir da interação aluno-professor;
    • Assumir a interdisciplinaridade como dado norteador das práticas pedagógicas;
    • Assumir a academia como constitutiva da vida formal do aluno, subsidiada, a prática, por arcabouços teóricos, aliando intimamente prática e teoria, sob uma concepção epistemológica de que o conhecimento não pode ser estanque e/ou isolado;
    • Assumir o novo paradigma do mundo contemporâneo que entende a educação formal não necessariamente como presencial;
    • Estimular a Educação a Distância – EaD, de modo responsável, teoricamente embasado, capaz de, efetivamente, colaborar para o desenvolvimento da educação formal no país.

    Políticas de Extensão

    • Promover o desenvolvimento e a capacitação profissional das pessoas para o mercado de trabalho, ampliando suas possibilidades de empregabilidade e ascensão profissional.
    • Promover atividades que visem a processos de educação continuada e ao desenvolvimento intelectual e cultural do cidadão.
    • Desenvolver cursos e eventos, observando sempre o fortalecimento da imagem institucional, a demanda de mercado e auto-suficiência da atividade.
    • Atender às necessidades de complementação curricular dos cursos de graduação oferecidos pela Instituição.
    • Fortalecer ações já existentes e implementar novas ações de serviços prestados à comunidade e de responsabilidade social.

    Políticas de Iniciação Científica

    O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica – PIBIC é um programa centrado na iniciação científica de novos talentos em todas as áreas do conhecimento, administrado diretamente pelas instituições, voltado para o aluno de graduação, servindo de incentivo à formação, privilegiando a participação ativa de bons alunos em projetos de pesquisa com qualidade acadêmica, mérito científico e orientação adequada, individual e continuada, que culminam com um trabalho final avaliado e valorizado, fornecendo retorno imediato ao bolsista, com vistas à continuidade de sua formação, de modo particular na pós-graduação (CNPq, 1996).

    O Programa Institucional Voluntário de Iniciação Científica objetiva estimular o desenvolvimento de pesquisas de alunos que já iniciaram este trabalho e demonstram interesse em continuar, de forma sistemática, a elaboração de seus trabalhos, mesmo sem serem contemplados com bolsas. Os alunos interessados no PIVIC-Pentágono seguirão os mesmos critérios de inscrição, seleção e desenvolvimento de projetos daqueles inscritos no PIBIC-Pentágono.

    Políticas Institucionais de Gestão

    • Permanecer na trajetória da qualidade do ensino ligada à qualificação profissional e à formação ética e cidadã de seus alunos;
    • Considerar, permanentemente, as demandas da comunidade;
    • Atender às demandas sociais, às do mercado de trabalho, à formação do cidadão;
    • Estimular a educação continuada;
    • Atender às demandas regionais;
    • Incorporar as inovações tecnológicas, adequando-as à realidade da Instituição.

    Responsabilidade Social

    Como Instituição de ensino superior e ciente de sua responsabilidade regional, a Faculdade Pentágono tem como finalidade e objetivo principal a formação de profissionais aptos a ingressar no mercado de trabalho com atitude humanística, visão permanente de qualidade e detentores do uso de novas tecnologias, contando para isso com um corpo docente compatível, instalações físicas direcionadas ao ensino, biblioteca e laboratório de informática. A Faculdade Pentágono preocupa-se em estimular o conhecimento dos problemas de sua comunidade e estabelecer com ela uma relação de reciprocidade. Isto se fará por meio do ensino, seja ele de extensão, graduação ou pós-graduação, bem como, por meio de projetos específicos de intercâmbio de experiências. A Faculdade Pentágono, composta por uma comunidade de professores, alunos e de pessoal técnico e de apoio administrativo, para a concretização de sua missão, tem como finalidades e objetivos:

    • estimular a criação cultural, o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo;
    • formar diplomados nas diferentes áreas do conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua;
    • incentivar o trabalho de investigação científica visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive;
    • promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação;
    • suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração;
    • estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade;
    • promover a extensão, aberta à participação da população, visando a difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição;
    • promover a transição entre a escola e o mundo do trabalho, capacitando jovens e adultos com conhecimentos e habilidades gerais e específicas para o exercício de atividades produtivas;
    • formar indivíduos em diferentes níveis da educação profissional, capacitando-o intelectual, crítica e eticamente para exercer suas atividades profissionais, para participar do processo de desenvolvimento regional, desenvolvendo a flexibilidade capaz de fazê-lo acompanhar as mudanças do mundo moderno por meio do aprendizado contínuo;
    • proporcionar a formação de profissionais, aptos a exercerem atividades específicas no trabalho, com escolaridade correspondente;
    • especializar, aperfeiçoar e atualizar o trabalhador em seus conhecimentos tecnológicos;
    • qualificar, reprofissionalizar e atualizar jovens e adultos trabalhadores, com qualquer nível de escolaridade, visando a sua inserção e melhor desempenho no exercício do trabalho.

     

    Plano de Carreira Docente

    Organização Administrativa da Instituição

    Estrutura Organizacional

    A eficiência acadêmica e administrativa torna-se elemento fundamental para a garantia da viabilidade operacional de cada projeto. A responsabilidade pelo desempenho do grupo como um todo traduz-se na organização dos setores essenciais para a atividade principal da instituição.

    pdi-estrutura

     

    Instâncias de Decisão

    A Faculdade Pentágono, para efeito de sua administração compreende os seguintes órgãos:

    • Conselho Superior;
    • Diretoria Geral;
    • Diretoria Acadêmica;
    • Colegiado de Curso;
    • Coordenadoria de Curso.
    • Órgãos Colegiados
    • Conselho Superior
    • O Conselho Superior, órgão máximo de natureza deliberativa e normativa da Faculdade Pentágono, em matéria didático-científica, administrativa e disciplinar é constituído por:
    • Diretor Geral, seu Presidente;
    • Diretor Acadêmico;
    • Todos os Coordenadores de Curso;
    • Dois representantes dos professores;
    • Um representante da Entidade Mantenedora;
    • Um representante da Comunidade indicado pela Entidade Mantenedora.

     

    Compete ao Conselho Superior:

    • verificar o cumprimento dos objetivos e da missão institucional da Faculdade Pentágono, bem como supervisionar a execução de suas atividades;
    • exercer a jurisdição superior e determinar as diretrizes gerais da Faculdade Pentágono, na conformidade dos objetivos e normas do Regimento;aprovar o seu Regimento e o Regulamento dos demais órgãos da Faculdade Pentágono;
    • aprovar as alterações do Regimento da Faculdade Pentágono, submetendo-as, sempre que for o caso, à apreciação dos órgãos competentes do Sistema Federal de Ensino;aprovar o Plano de Gestão e de Trabalho da Faculdade Pentágono;
    • aprovar o Calendário Anual da Faculdade Pentágono;
    • propor a criação, modificação ou extinção de Órgãos;
    • regulamentar matéria de natureza acadêmica, conforme previsto no Regimento, inclusive aprovar currículos dos Cursos;
    • aprovar políticas de ensino, de pesquisa e de extensão, de acordo com as normas estabelecidas na legislação vigente;
    • aprovar a criação, incorporação, suspensão e extinção de Cursos ou habilitações de graduação e pós-graduação, propostos pela Diretoria Geral, para encaminhamento à aprovação do Sistema Federal de Ensino;
    • fixar o número de vagas iniciais de Cursos novos e a alteração do número de vagas dos existentes propostos pela Diretoria Geral, para vigência após aprovação pelo Sistema Federal de Ensino;
    • aprovar normas para a realização do processo seletivo de candidatos aos Cursos, que lhe forem submetidas pelo Diretor Geral;
    • aprovar medidas que visem a preservação da hierarquia, da ordem e da disciplina na Faculdade Pentágono;
    • deliberar sobre a concessão de dignidades acadêmicas;
    • apreciar os vetos do Diretor Geral às suas decisões, podendo rejeitá-los, mediante o voto de dois terços da totalidade de seus membros;
    • apreciar e decidir, em última instância, os recursos interpostos de decisões dos demais órgãos, em matéria didático-científica, administrativa e disciplinar;
    • apreciar e aprovar medidas que objetivem o aperfeiçoamento das atividades da Faculdade Pentágono, bem como opinar sobre os assuntos pertinentes que lhe sejam submetidos pelo Diretor Geral ou pela Entidade Mantenedora;
    • decidir sobre os casos omissos ou duvidosos do Regimento;
    • exercer as demais atribuições que lhe sejam conferidas por lei e pelo Regimento.

    As decisões do Conselho Superior serão formalizadas por meio de resoluções, subscritas pelo Diretor Geral.

    Das decisões do Conselho Superior cabe recurso, em primeira instância, à Entidade Mantenedora, por estrita argüição de ilegalidade, no prazo de cinco (5) dias úteis, contados da data de publicação da decisão, no quadro de avisos da Faculdade Pentágono.

     

    Colegiado de Curso

    Para cada Curso de Graduação, haverá um Colegiado de Curso, de natureza consultiva e deliberativa representativo da comunidade acadêmica do Curso, anualmente constituído, do qual participam:

    • coordenador do Curso, seu Presidente;
    • cinco professores eleitos pelos pares, permitida a recondução, ou a substituição a qualquer tempo;
    • um representante dos alunos indicado pelo órgão de representação estudantil, com mandato de um ano, permitida a recondução, ou a substituição a qualquer tempo

    Os Colegiados de Curso reunir-se-ão ordinariamente duas vezes a cada semestre, em datas fixadas no Calendário Anual e, extraordinariamente, quando convocado pelo Coordenador de Curso ou por dois terços de seus membros.

    O processo decisório ocorrerá por votação simples de seus membros, sendo a decisão definida por maioria absoluta dos votos.

    Das decisões dos Colegiados de Curso cabe recurso ao Diretor Acadêmico, no prazo de três dias úteis, contados da data de publicação do ato recorrido.

     

    Compete ao Colegiado de Curso:

    • verificar o cumprimento dos objetivos estabelecidos no Projeto Pedagógico do Curso, bem como supervisionar a execução de suas atividades, observando  a missão institucional da Faculdade Pentágono;
    • estabelecer diretrizes para elaboração de currículos, programas e normas metodológicas de ensino, observando o projeto acadêmico pedagógico institucional, a legislação vigente e as políticas aprovadas pela Diretoria Geral e Conselho Superior;
    • propor e avaliar, por iniciativa própria ou a convite, projetos de ensino, de extensão e de pós-graduação à Direção Geral;
    • Acompanhar e avaliar os mecanismos de relação institucional com o mercado e sociedade;
    • Definir indicadores para acompanhamento dos corpos docente e discente, objetivando a melhoria do curso e do ambiente institucional;
    • estabelecer normas de orientação e coordenação do ensino, no âmbito do Curso;
    • reunir-se em data, hora e local designados pelo Coordenador de Curso, para conferência de grau;
    • elaborar propostas de currículos plenos e reformulações curriculares a serem submetidas à apreciação da Direção Acadêmica, para posterior encaminhamento ao Conselho Superior;
    • sugerir a outorga de títulos honoríficos para apreciação pelo Conselho Superior;
    • exercer as demais atribuições por força deste Regimento ou por delegação da Administração Superior da Faculdade Pentágono.

     

    Órgãos Executivos

    Diretoria Geral
    A Diretoria Geral, exercida por um Diretor Geral, é órgão executivo superior de coordenação e supervisão das atividades da Faculdade Pentágono.
    Em suas faltas e impedimentos o Diretor Geral é substituído pelo Diretor Acadêmico.
    O Diretor Geral é escolhido “pró-tempore” pela Entidade Mantenedora e designado para um mandato de dois (2) anos, permitida a recondução, ou a substituição a qualquer tempo.

    Diretoria Acadêmica
    A Diretoria Acadêmica, órgão superior de coordenação e supervisão das atividades acadêmicas da Faculdade Pentágono, é subordinada à Diretoria Geral. O Diretor Acadêmico é designado “pró-tempore” pelo Diretor Geral, ouvida a Entidade Mantenedora, para um mandato de dois (2) anos, permitida a recondução.

    Diretoria Administrativo-Financeira
    A Diretoria Administrativo-Financeira, órgão de coordenação, execução e supervisão das atividades administrativas e financeiras da Faculdade Pentágono, é subordinada à Direção Geral. O Diretor Administrativo-Financeira é designado “pró-tempore” pelo Diretor Geral, ouvida a Entidade Mantenedora, para mandato de dois (2) anos, permitida a recondução.

    Coordenações de Curso
    A Diretoria Geral contará em sua estrutura com Coordenações de Curso, exercidas por Coordenadores, designados dentre os professores do curso, pelo Diretor Geral. Nas ausências ou impedimentos do Coordenador de Curso, o Diretor Geral designará Coordenador de Curso diverso para substituí-lo, podendo ser indicado, pelo Diretor Geral, profissional não participante do Corpo Docente, devidamente qualificado e habilitado, ouvido o Diretor Acadêmico.

     

    Órgãos de Apoio às Atividades Acadêmicas

    Da Central de Serviços
    A Central de Serviços funciona como interface entre o corpo docente e a Faculdade Pentágono, por meio da interação com outros setores da Instituição, de forma a atender as necessidades e expectativas dos alunos, garantindo alto nível de satisfação.

    A Central de Serviços é constituída por:

    • Secretaria Geral;
    • Serviço de Apoio ao Estudante;
    • Biblioteca;
    • Laboratórios;
    • Atendimento e Protocolo Pentágono

     

    Demais órgãos

    Secretaria Geral

    A Secretaria Geral é órgão central do sistema de registro acadêmico da Faculdade Pentágono, congregando e unificando os registros dos atos e fatos acadêmicos dos corpos docente e discente.
    Compete ao Secretário Geral, observado o regulamento próprio:

    • propor ao Diretor Geral o regulamento dos serviços da Secretaria e as alterações que nele se fizerem necessárias;
    • organizar, coordenar e administrar os serviços da Secretaria;
    • expedir certidões, atestados e declarações;
    • secretariar as reuniões do Conselho Superior e do Colegiado de Curso, lavrando as respectivas atas;
    • abrir e encerrar os termos de Colação de Grau, e outros;
    • redigir, assinar e afixar ou mandar publicar editais e avisos, depois de vistados pelo Diretor Geral, quando for o caso;
    • assinar com o Diretor Geral os termos de Colação de Grau, os diplomas e os certificados conferidos pela Faculdade Pentágono;
    • manter em dia a vida acadêmica do corpo discente e, no que lhe compete, dos corpos docente e técnico-administrativo;
    • propor ao Diretor Geral a admissão e a demissão de pessoal técnico administrativo, de acordo com a necessidade dos serviços a seu cargo;

    Serviço de Apoio ao Estudante
    O Serviço de Apoio ao Estudante é organizado para permitir o acompanhamento do processo de melhoria contínua da interação do estudante com o sistema de ensino, visando seu crescimento acadêmico, pessoal e profissional.

    Biblioteca
    A Biblioteca, vinculada a Diretoria Acadêmica, representada e dirigida por um Bibliotecário, é órgão complementar responsável pelo acervo bibliográfico, didático e de pesquisa, nas diversas formas de publicações, impressas ou de outro veículo de divulgação, e está organizada de modo a atender aos objetivos da Faculdade Pentágono, obedecendo a regulamento próprio, aprovado pelo Diretor Geral.

    Laboratórios
    Os Laboratórios são organizados de modo a dar suporte especializado às atividades de ensino, tendo como objetivos principais:

    • Desenvolver e proporcionar treinamento para o uso otimizado nas atividades de ensino e extensão;
    • Normatizar o uso de equipamentos para fins didáticos e acadêmicos.

     

    Política de Atendimento aos Discentes

    Programas de Apoio Pedagógico

    Se o Corpo Docente é fundamental para que os objetivos da Instituição sejam alcançados, o corpo discente é a razão da existência da mesma. Os alunos são também os consumidores do serviço e ao mesmo tempo os futuros divulgadores da Faculdade Pentágono.

    Neste complexo de relações – Aluno/Escola – Consumidor/Fornecedor – Divulgador/Organização Empresarial – é evidente que a atenção aos discentes precisa estar priorizada e centrada em princípios básicos e claros.

    Entende que independentemente de existirem vários aspectos na relação aluno/escola, antes de ser consumidor ele é aluno e, como tal, deve ter a atenção apropriada à um discente. Não se pode olvidar do fato que o aluno, sendo a razão da existência de um estabelecimento de ensino, deve ser conduzido a obter a formação pessoal, intelectual e profissional que a Faculdade se propôs. Para isto, por vezes a Instituição é compelida a considerá-lo como um ser em formação, impondo-lhe regras claras, pré-divulgadas, limites e meios que conduzam ao aprendizado desejado.

    Por outro lado, a relação não pode estar pautada apenas neste conjunto de regras. Nosso aluno é valorizado e prestigiado em todas as suas iniciativas culturais, lúdicas e esportivas.

    A Instituição mantém uma política de incentivo dos alunos à participação em eventos educacionais (culturais, científicos ou profissionalizantes), internos e externos, inclusive mediante a concessão de ajuda financeira.

    Para despertar nos mesmos a participação política e democrática na vida acadêmica, a Instituição incentiva a criação e manutenção do Centro Acadêmico, disponibilizando área física e recursos para os mesmos, sem qualquer custo.

    Para atingir e manter o resultados desejados, a Faculdade Pentágono deverá manter as seguintes políticas para o corpo discente:

    • promoção de atividades internas ligadas à iniciação cientifica e extensão;
    • incentivo financeiro à participação em atividades culturais internas e externas;
    • manutenção de bolsa-auxílio ligada à monitoria;
    • concessão de bolsas de iniciação científica;
    • aproveitamento dos discentes em atividades profissionais da instituição, mediante concessão de bolsas de trabalho.

     

    Estímulo à Permanência

    Programas de Nivelamento

    A instituição considera o processo seletivo como o momento prévio de análise diagnóstica do perfil do recém-ingressante. Para tanto, além de avaliar as provas realizadas no processo seletivo, a Instituição mantém um questionário, no qual são obtidas informações importantes de cada ingresso. A partir disto e em conjunto com a avaliação em sala de aula, que é vista como um instrumento diagnóstico que aponta e corrige os rumos do processo de ensino e aprendizagem, é planejado o nivelamento dos alunos.

    A partir do segundo semestre de 2013, visando obter um melhor desempenho do corpo discente nas diversas disciplinas dos cursos oferecidos, a Instituição com o auxílio dos setores competentes e colegiados dos cursos, manterá os seguintes objetivos para o segmento:

    • Acompanhamento e orientação didática, de modo prioritário, aos alunos ingressantes com dificuldades de aprendizagem;
    • Orientação aos alunos que apresentem dificuldades, detectadas através do processo seletivo, em sala de aula, nas disciplinas ditas universais.

    A Instituição planeja:

    • organizar atividades didáticas preventivas e/ou terapêuticas, presenciais ou não;
    • oferecer cursos de extensão em língua portuguesa e matemática básica; estes cursos de nivelamento visam suprir as deficiências básicas dos alunos que não consigam acompanhar adequadamente o aprendizado.

    Dessa maneira, acredita estar atendendo os alunos que estavam temporariamente afastados da vida escolar e aqueles que necessitam de reforço das bases de ensino médio.

    Desenvolver turmas de nivelamento compatíveis com as prioridades de cada curso.

    Atendimento psicopedagógico e serviços de encaminhamento profissional

    A Instituição propicia ao corpo discente atendimento de apoio, ou suplementar, às atividades de sala de aula, buscando identificar e vencer os obstáculos estruturais e funcionais ao pleno desenvolvimento do processo educacional.

    Para tanto irá ampliar as atuações do Centro de Apoio Pedagógico, lotando no mesmo, além das pedagogas existentes, uma pessoa encarregada de fazer o trabalho de apoio psicopedagógico ao aluno, especializada na área psicológica, visando dar um completo apoio ao discente, com o objetivo de proporcionar o atendimento necessário ao estudante que passa por dificuldades que podem trazer prejuízos ao seu aproveitamento.

    Dentre as propostas de atividades do setor, inicialmente estão previstas:

    • Oferecer acompanhamento psicopedagógico, contratando pessoal qualificado para o exercício dessa atividade;
    • Trabalhar a postura acadêmica e profissional do estudante;
    • Acompanhar e orientar didaticamente, de modo prioritário, os alunos ingressantes com dificuldades de aprendizagem;
    • Orientar sobre métodos de estudo;
    • Informar constantemente sobre tendências, requisitos e dificuldades relacionadas ao mercado de trabalho;
    • Oferecer suporte a partir de programas que visem à prevenção da evasão escolar, da inadimplência e da reprovação;
    • Orientar nos casos necessários, quanto a re-opção de cursos dentro da Instituição.

     

    Organização Estudantil

    Pentágono Júnior

    Trata-se de empresa júnior, constituída juridicamente, conta com a participação de alunos de diferentes cursos, que são eleitos anualmente, e tem como objetivo a prática administrativa em diferentes funções. Pentágono Júnior presta serviços de consultoria às empresas da região.

    Trote solidário

    A Faculdade Pentágono adota o “trote solidário”, objetivando a integração do calouro, despertando o espírito acadêmico e a responsabilidade social. O “trote solidário” se concretiza na doação de alimentos aos mais carentes do nosso município, e na doação de sangue para hospitais da região.

     

    Infraestrutura

    Biblioteca

    Atuando como centro de documentação e informação da Faculdade, a biblioteca esta a serviço do corpo docente, discente, do pessoal técnico-administrativo e da comunidade local. Para a comunidade interna o acesso será livre, mediante a comprovação da vinculação a Faculdade.

    Espaço físico:
    Como órgão suplementar, a Biblioteca está vinculada à Diretoria Acadêmica da Faculdade, mantendo relacionamento sistêmico com os demais setores e constituindo-se em ferramental de apoio às atividades fins de ensino, pesquisa e extensão da Instituição. Assim, oferece à comunidade acadêmica, o suporte informacional necessário ao desenvolvimento dos cursos.

    As instalações para o acervo dos cursos superiores, apresentam condições adequadas quanto à área física, acervo de livros e periódicos especializados, além do acesso às redes de informação.

    O mobiliário da Biblioteca é adequado, de acordo com os princípios de entendimento de conforto e comodidade para o desenvolvimento de estudos. O acervo está acomodado em estantes, devidamente distribuído em coleções específicas. Os periódicos especializados contam com estantes expositoras para os títulos correntes. Existem computadores para acesso a Internet, em espaços individuais.

    As instalações para estudos individuais são adequadas no que se refere ao espaço físico, mobiliário, ventilação e refrigeração, iluminação e acessibilidade.

    Os cursos oferecidos pela Faculdade Pentágono possuem a sua disposição salas suficientes para atender às necessidades dos alunos.

    Os estudos em grupo contam também com adequadas instalações (espaço físico, mobiliário, ventilação e refrigeração, iluminação e acessibilidade). A infra-estrutura existente atende às necessidades que surgirão com a implantação dos cursos solicitados.

    A Biblioteca mantém acervo bibliográfico livre e acessível aos alunos, professores e funcionários da Faculdade.

     

    Espaço Físico da Biblioteca

    A tabela a seguir mostra as dimensões e capacidade de atendimento e acervo:

    INFRA-ESTRUTURA ÁREA(M2) CAPACIDADE HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
    Área total da Biblioteca 220
    Disponibilidade do acervo 25 1800 Segunda à Sexta-feira
    Leitura/ Estudo individual 25 12 das 07h00 às 22h00
    Estudo em grupo 50 30/20 2 Sábados
    Administração e processamento técnico do acervo 25 3
    Recepção e atendimento ao usuário 4 1
    Outras: Acervo do Colégio 88,11
    Acesso a Internet 4
    Consulta ao acervo 3 2

     

    Apoio na elaboração de trabalhos acadêmicos

    A Biblioteca da Instituição disponibiliza o serviço de apoio a normalização de trabalhos de monografia disponibilizando para tanto um manual para normalização de trabalhos de monográfica.

    Como apoio aos trabalhos acadêmico fornece/disponibiliza o conjunto de normas ABNT adequada/pertinente ao assunto.

    A Biblioteca conta com manuais que orientam e normalizam os seguintes trabalhos:

    • Manual para trabalhos acadêmicos;
    • Manual TCC – Trabalho de Conclusão de Curso;
    • Manual Estágio Supervisionado;

    Catalogação
    Todo o material está devidamente catalogado e etiquetado, e possui documentação legal comprobatória de sua procedência e de sua propriedade por parte da Instituição.

    As obras do acervo circulante estão devidamente registradas e controladas

    Informatização

    A Instituição possui um sistema de consulta ao acervo (SAEBLI), por assunto, autor e título da obra, com acesso através de terminais internos instalados nas dependências da Biblioteca, Secretaria da Instituição Sala dos Professores, onde a comunidade acadêmica poderá localizar o material bibliográfico e fazer sua reserva para posterior empréstimo.

    Base de Dados

    A Instituição está em fase de aprimoramento da base de dados da Biblioteca, a qual apresenta atualmente uma pequena quantidade de informações digitalizadas. Sendo que no decorrer dos próximos semestres deverão ocorrer melhorias no processo.

    Multimídia

    A Instituição está em fase de aprimoramento dos recursos em multimídia, apresentando atualmente uma pequena quantidade de informações em CD’s e outras formatações eletrônicas.

    Horário de Funcionamento

    A Biblioteca funciona obrigatoriamente no horário do curso e mais horário complementar.

    A Biblioteca da Instituição funciona durante 15 horas por dia, de segunda à sexta feira, e durante 4 horas aos sábados, para atender os alunos independentemente de seu horário de aulas.

    Esse período de funcionamento dá ao aluno a oportunidade de consultar, pesquisar e estudar as diversas obras do acervo no turno de funcionamento de seu curso e em outros horários, inclusive aos sábados.
    A tabela abaixo demonstra o horário de funcionamento da Biblioteca:

    HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
    DIAS DA SEMANA INÍCIO TÉRMINO
    De segunda à Sexta-feira 7h 22h00
    Sábados 8h 12h

     

    Política de Aquisição, Atualização e Expansão do Acervo

    Formaliza-se junto a Mantenedora uma política de aquisição, atualização e expansão do acervo fundamentada na premissa de que a Instituição deverá aumentar seu acervo progressivamente, sempre um semestre à frente, na medida em que os cursos forem se complementando quanto ao semestre em andamento e em função do aumento gradual do corpo discente a cada processo seletivo.

    A Política de Aquisição, Expansão, Atualização e Conservação de Acervo da Biblioteca da Instituição abrange os seguintes critérios:

    1º) orçamento anual específico, atualizado e aprovado pela Mantenedora;
    2º) aquisição das bibliografias básica e complementar correspondente a cada disciplina dos diferentes cursos, com base nos planos de ensino, visando atender à proposta pedagógica desses cursos;
    3º) composição de acervo para atender novos cursos e aumento de vagas;
    4º) atualização e expansão do acervo da Biblioteca;
    5º) criação de normas de preservação e conservação do acervo.

    A Política de aquisição contempla as várias fases do processo: satisfação dos usuários, seleção, aquisição, descarte, patrimoniamento e preservação.

    Orçamento Anual Específico Aprovado Pela Mantenedora.

    Ao final de cada ano a Biblioteca apresenta ao Diretor Acadêmico a planilha orçamentária detalhada relativamente aos tipos de materiais e serviços, para aprovação de verbas pela Mantenedora. Os valores do orçamento serão atualizados de acordo com as necessidades da Biblioteca.

     

    Aquisição das Bibliografias Básica e Complementar Correspondentes a cada Disciplina dos diferentes Cursos, com base nos Planos de Ensino

    A aquisição da bibliografia básica, nos seus diferentes suportes, deverá ser feita levando-se em conta a relação exemplar/aluno, conforme os padrões de qualidade do MEC.

    Para a bibliografia complementar, bem como para aquela considerada de interesse para a biblioteca, nos seus diferentes suportes, deverá ser adquirido no mínimo um exemplar para o acervo de consulta.

    Será levado em conta para tanto, a cotação que melhor atenda os interesses da Instituição.

    Quando a bibliografia não for localizada nas distribuidoras e livrarias, recorreri-se-a às livrarias especializadas em obras esgotadas (Sebos), no país e no exterior.

    Quanto ao acervo de periódicos, bases de dados específicas, jornais e revistas a instituição deverá ter no mínimo dois periódicos referentes aos cursos mantidos pela instituição, procurando garantir sua pertinência, relevância acadêmico-científica e atualização frente ao proposto pelo projeto pedagógico do curso.

    As obras em diferentes suportes publicadas no exterior serão adquiridas em livrarias importadoras, considerando o prazo de entrega de um a três meses.

    A atualização e aquisição de acervo de periódicos, bases de dados específicos, revistas e jornais se dará de forma constante, procurando assim garantir uma diretriz de ação acessível ao conhecimento de toda comunidade interna.

    Atualização e Expansão do Acervo da Biblioteca

    A atualização e a expansão do acervo dar-se-ão:

    • por indicação do corpo docente nos Planos de Ensino ou através da Internet na página de pesquisa da Biblioteca;
    • por pesquisa em catálogo de editoras, buscas em “sites” especializados;
    • por doações e permutas;
    • pelo serviço de reserva utilizado pelos usuários;
    • pela manutenção de assinaturas de periódicos em papel e em suporte eletrônico;
    • pela manutenção de bases de dados especializadas on line ou em CDRom, e recursos de multimídia (microfilmes, slides, fitas de vídeos, DVDs, CDs-Rom);
    • pela aquisição de equipamentos adequados para a utilização da informação nos diferentes suportes;
    • pela aquisição de acervos de outras bibliotecas ou de professores.

     

    Quadro Informativo  do Acervo da Biblioteca.

    1. a) Livros
    TITULOS EXEMPLARES
    10.675 15.843
    1. b) Periódicos
    TITULOS EXEMPLARES
    42 810

     

    Recursos Humanos –  Pessoal técnico-administrativo

    PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
    CARGOS NOME/CRB ESCOLARIDADE
    Bibliotecária Lucilene Ferreira de Aquino Bacharel em biblioteconomia
    CRB-8/7445
    Auxiliar de Biblioteca Renata Nunes de Souza Ensino médio

    A Biblioteca “Rosemary de Barros Gomes”, nome dado em homenagem a uma das fundadoras do Grupo Pentágono de Ensino está cadastrada no Conselho Regional de Biblioteconomia da 8ª Região.

     

    Laboratórios

    1. a) Espaço Físico

    A Instituição possui quatro laboratórios de informática no 1º subsolo do edifício e estão designando os laboratórios mais adequados para atender às necessidades do curso. Nessas dependências o espaço físico é adequado às necessidades dos professores orientadores, assim como para o atendimento e acompanhamento dos alunos.

    Os laboratórios são dotados de móveis e equipamentos específicos para aulas, tanto expositivas, quanto práticas, contando com quadro branco, mesa para o professor e bancadas padronizadas para os alunos.

    Os equipamentos são cuidadosamente instalados, de forma a evitar movimentações e risco de acidente conseqüente de energia elétrica.

    As salas dos laboratórios possuem acústica naturalmente adequada que permite a boa audição interna, sem o uso de equipamentos sobressalentes, assim como ventiladores que complementam a ventilação natural existente, bem como cortinas em cor apropriada para o atendimento das necessidades de luminosidade das aulas práticas.

    Além da luminosidade natural, as salas contam com iluminação artificial gerada por lâmpadas fluorescentes cuidadosamente distribuídas nos recintos.

    As salas contam com cestos de lixo suficientes para o atendimento de todo o contingente e passa por uma rigorosa limpeza diária, de forma a mantê-las sempre em condições adequadas de utilização.

    Os equipamentos estão disponíveis aos alunos, com acesso à Internet. Quando a freqüência é total e o número de alunos for maior que o número de equipamentos existentes na relação apropriada, utiliza-se os laboratórios do Grupo Pentágono.

    Equipamentos

    A Instituição possui política de acesso dos alunos ao laboratório, assim como normas de utilização dos equipamentos e normas de segurança disponíveis aos professores e alunos.

    A Instituição, como regra geral não permite o acesso de alunos portando alimentação, bebidas, etc., ao ambiente do laboratório.

    Como regra de acesso à “rede” existe a orientação para não se utilizar os recursos de bate papo e site pornográfico, sendo que para garantir o cumprimento destas regras existe fiscalização que é promovida pelos responsáveis pela área.

    Quando programado o aluno tem acesso ao laboratório independente de estar acompanhado. O acesso dos alunos aos laboratórios é permitido/facilitado em horários pré-definidos, sempre em períodos anteriores ao horário de aulas Quando da utilização normal dos laboratórios, para aulas ou atividades programadas o aluno sempre esta acompanhado do professor e/ou pessoa responsável pelo laboratório.

    Esta política está formalizada em documento específico.

    Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) Numero de maquinas por aluno
    Laboratório A 55 23 2
    Laboratório  B 55 21 2
    Laboratório C 55 21 2
    Laboratório  D 55 20 2

    Os laboratórios ficam à disposição dos alunos nos seguintes horários:

    Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado
    8 h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 22h 8h às 12h

    Quadro resumo de pessoal de apoio quanto à disponibilidade, qualificação e regime de trabalho.  

    Serviços

    A Instituição conta com pessoal próprio e específico para a área de informática, tanto para laboratórios como para a administração, adequados às necessidades técnicas e administrativas do Curso, considerando o desenvolvimento das atividades acadêmicas, de acordo com o número de alunos e de recursos disponíveis.

    A tabela a seguir identifica os profissionais alocados nessa atividade funcional:

    PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
    CARGOS/FUNÇÃO NOME/CRB ESCOLARIDADE
    Monitor: suporte instalação e manutenção e apoio ao aluno Marcos Nakandakari Técnico de informática Responsável
    Monitor: suporte e  apoio ao aluno Bruno Silva Santana Técnico de informática
    Monitor: (Estagiários) apoio ao aluno Artur Galvão Canal Técnico de informática

     

    Plano de atualização tecnológica e manutenção dos equipamentos

    Dentre as diretrizes da Instituição no tocante à atualização e manutenção de equipamentos privilegiar-se-á a modernização com inovações tecnológicas introduzidas no processo ensino-aprendizagem.

    Em resposta a esta diretriz, prevê-se a atualização tecnológica de equipamentos sempre num período de 24 meses, com apoio técnico de consultores especializados em hardware, software e informática na educação.

    A Instituição sempre que necessário buscará recursos para os custos em capacitação e suporte, sistemas de informação, custeios e equipes e outros.

    Pretende-se, também, na medida do possível, a criação de parcerias com empresas de hardware e software para avaliação de equipamentos e aplicativos, ou talvez de alternativas de aquisição facilitada.

    Infra-Estrutura de Laboratórios Específicos à Área do Curso

    Os laboratórios serão utilizados conforme a programação didática das disciplinas, em esquemas de escalas (alunos divididos em grupos) em aulas teóricas e práticas atendendo ao padrão de qualidade projeto para o curso Mecatrônica Industrial.

    Nome do Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno
    Laboratório de Eletrônica A 44
    Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
    Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
    Qtde. Especificações
    8 Bancadas
    8 Osciloscópios Minipa de 20 MHz
    8 Fontes Reguladoras de 0 á 30V Minipa
    8 Geradores de áudio de 1MHz

     

    Nome do Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno
    Laboratório Eletrônica B 35
    Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
    Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
    Qtde Especificações
    6 Bancadas
    6 Osciloscópios Minipa de 20 MHz
    6 Fontes simétricas reguladas de 0 à 30V Dawer
    6 Geradores de Funções Minipa1MHz

     

    Nome do Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno
    Lab.C  Inst. Elétricas e Com. Elétricos 35
    Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
    Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
    Qtde. Especificações
    9 Bancadas
    9 Painéis de Montagem de Instalações Elétricas
    6 Painéis de Comandos Elétricos.
    6 Motores Trifásicos WEG

     

    Nome do Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno
    Lab.D  Eletrônica Básica 35
    Descrição (Materiais, Ferramentas)
    Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
    Qtde. Especificações
    7 Bancadas
    7 Fontes
    7 Osciloscópios
    7 Geradores

     

    Nome do Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno
    Mecânica/ CNC 35
    Descrição (Materiais, Ferramentas, bancadas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
    Equipamentos (Instalados e/ou outros)
     *1 Furadeira de Bancada; *1 Furadeira com Mesa Coordenada; *1 Serra Elétrica; *1 Esmerilhadeira; *1 Desempeno para Traçagem; *6 Bancadas; *12 Morsas; *Ferramentas Manuais Diversas.   1 Torno, 1 Freza, 1 Furadeira CNC’s (3 computadores)

     

    Nome do Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno
    Laboratório F: Laboratório de Automação 35
    Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
    …………..
    Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
    Qtde. Especificações
    9 Bancadas
    4 Computadores
    2 Painéis com CLP

     

    Nome do Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno
    Laboratório H: Metrologia 44
    Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
    3 armários de instrumentos – 9 mesas( 8 de cinco lados) – desempeno de granito 630X400 c/ base – 40 Banquetas – 2  Aparelhos de ar condicionado 10000 BTU- 1 Quadro branco
    Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
    ARMÁRIO 1
    Qtde. Especificações
    01 Durômetro portátil- HH1104-O4
    01 Rugosimetro Portátil –SJ-201
    01 Suporte de Contra Ponta- 150mm
    16 Micrômetros Ext. 0-25mm
    04 Micrômetros Ext. 25-50mm
    04 Micrômetros Ext. 50-75mm
    01 Micrômetros Ext. 57-100mm
    01 Micrômetros para tubos 0-25mm
    04 Micrômetros Ext. digital 0 – 25mm
    04 Micrômetros Ext. para engrenagens 0-25mm
    01 Micrômetros Batente em V – 1-15mm
    01 Micrômetro para rosca – 0-25 mm
    01 Micrômetro para rosca – 25-50 mm
    04 Micrômetros de prof. 0 -75 mm
    01jg Micrômetro int. Furotest – 6-12mm
    01jg Micrômetro int. Furotest – 20 – 50mm

     

    Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
    ARMÁRIO 2
    Qtde. Especificações
    01 Paquímetro 500mm Bico Longo
    04 Paquímetro de profundidade – 200mm
    30 Paquímetro  – Resolução de 0,05 – 150mm
    02 Relógio Apalpador – 0,01 – 0,5mm
    04 Relógio Comparador – 0,01 – 1 0mm
    04 Suporte com base magnética
    01jg Blocos padrão com 76 peças
    01 Nível de precisão200mm
    01 Esquadro de aço 200×130 com fio
    01 Régua de precisão 200x30x9mm c/fio
    01 Transferidor de grau c/lâmina de 150 e 300mm
    01par Bloco em V95 X 95 X 70mm
    01jg Ponta para medição de rosca 0 – 4 –7mm/64 -3-5 FPP
    01 Calibrador de folga 13 lâminas – mm
    01 Calibrador de raio – 7,5 – 15mm
    01 Pente de rosca
    01 Pente de rosca – 0,4 –7 mm
    01 Suporte p/ Micrômetro até 100mm
    01 Cantoneira de ferro fundido 300X250X200

     

    Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
    ARMÁRIO 3
    Qtde. Especificações
    01 Comparador de Ø Int. 35-60mm
    01 Comparador de Ø Int. 50-150mm
    01 Comparador de Ø Int. 100 – 160mm
    01 Comparador de Ø Int. 160 – 250mm
    01 Padrão de altura
    02 Calibrador traçador de altura 300mm
    01 Esquadro cilíndrico
    01 Micrômetro Externo 0 – 25mm
    01 Micrômetro Externo 0 – 25mm p/ chapas

    Os horários de aula que atendam aos grupos de alunos, organizados e estabelecidas pelos programas das disciplinas, serão cumpridos conforme o número de matriculados no curso.

    Horários de aula e horários livres para cada laboratório.

    Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado
    8 às 12h e
    18 às 22h
    8 às 12h e
    18 às 22h
    8 às 12h e
    18 às 22h
    8 às 12h e
    18 às 22h
    8 às 12h e
    18 às 22h
    8 às 13h

    Quadro resumo de pessoal de apoio quanto à disponibilidade, qualificação e regime de trabalho.

    A tabela a seguir identifica os profissionais alocados nessa atividade funcional:

    PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
    CARGOS/FUNÇÃO NOME/CRB ESCOLARIDADE
    Instrutor (Auxiliar Técnico) Silvio Jardim Técnico em Eletrônica

     

    Plano de atualização tecnológica e manutenção dos equipamentos

    Dentre as diretrizes da Instituição no tocante à atualização e manutenção de equipamentos privilegiar-se-á a modernização com inovações tecnológicas introduzidas no processo ensino-aprendizagem.

    Em resposta a esta diretriz, prevê-se a atualização tecnológica de equipamentos num período mínimo de 1 ano, com apoio técnico de consultores especializados em cada área.

    A Instituição buscará recursos para os custos em capacitação e suporte, sistemas técnicos, sistemas de informação, custeios e equipes e outros.

    Pretende-se, também, na medida do possível, a criação de parcerias com empresas, para avaliação de equipamentos, processos e aplicativos, ou talvez de alternativas de aquisição facilitada.

    Infra-Estrutura de Laboratórios Específicos à Área do Curso de Processos Químicos

    LABORATÓRIO DE PROCESSOS QUÍMICOS
    Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) m2 por estação m2 por aluno
    área de trabalho 108 5 2,5
    sala de almoxarifado 17
     sala de preparação 30
    Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)
    Vidrarias e materiais de laboratório em geral
    Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
    Qtde. Especificações
    4 bancadas laterais  –  ( 11.2 x 0,7; 5,95 x 0,7; 5,70 x 0,7; 5,40 x 0,7)
    5  bancadas centrais com pia   –  (3,20 x 1,25 cada)
    1  bancada professor  –  ( 2,10 x 0,65 )
    1  capela com exaustão
    2  exaustores de parede
    2  ventiladores de parede
    1  chuveiro de emergência
    2  microscópios eletrônicos
    3  agitadores magnéticos
    1  estufa para esterilização
    1  estufa para cultura
    1  cromatógrafo (desativado)
    1  forno mufla
    1  PH metro
    1  Centrífuga
    1  balança analítica
    1  chapa aquecedora
    1  banho maria
    1  alto clave
    Quadro de Horários
    Lab. nº Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Domingo
    1   XXXXXXXX XXX XXXX 8h –13h/19-22h 8h –13h/19-22h 8h-13h XXX

    Quadro resumo de pessoal de apoio quanto à disponibilidade, qualificação e regime de trabalho A tabela a seguir identifica os profissionais alocados nessa atividade funcional:

    PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
    CARGOS/FUNÇÃO NOME/CRB ESCOLARIDADE
    Auxiliar: suporte de laboratório ao aluno Vanderlei de Souza

     

    Plano de atualização tecnológica e manutenção dos equipamentos

    Dentre as diretrizes da Instituição no tocante à atualização e manutenção de equipamentos privilegiar-se-á a modernização com inovações tecnológicas introduzidas no processo ensino-aprendizagem.

    Em resposta a esta diretriz, prevê-se a atualização tecnológica de equipamentos num período mínimo de 1 ano, com apoio técnico de consultores especializados em cada área. A Instituição buscará recursos para os custos em capacitação e suporte, sistemas técnicos, sistemas de informação, custeios e equipes e outros.

    Pretende-se, também, na medida do possível, a criação de parcerias com empresas, para avaliação de equipamentos, processos e aplicativos, ou talvez de alternativas de aquisição facilitada.

     

    Avaliação Institucional

    Objetivos da Avaliação institucional

    Implementar o processo de Avaliação Institucional global, articulando as modalidades de auto-avaliação com as avaliações externas, respeitando os prazos estabelecidos na legislação.

    Manter a comunidade acadêmica continuamente envolvida e alinhada a missão, objetivos e metas institucionais, tendo estes, como parâmetros no direcionamento das atividades desenvolvidas.

    Consolidar as diferentes etapas de avaliação, gerando Planos Anuais de Ação Específicos, que nortearão as principais decisões e atividades institucionais, na busca do aprimoramento contínuo.

    Sistematizar o ciclo de planejamento, acompanhamento e avaliação, visando a racionalização de esforços e recursos, na obtenção de resultados institucionais almejados.

    Obter ano a ano visão clara e objetiva do poder de transformação institucional, assim como seus pontos mais frágeis.

     

    Princípios Norteadores da Avaliação Institucional

    A Instituição utilizará a Avaliação Institucional como mecanismo sistemático de compreensão da função pública da educação, com uma arquitetura democrática e social. A demonstração da real contribuição institucional na melhoria de sua comunidade possibilitará a percepção de seu poder transformador, bem como da busca coletiva no atingimento de sua missão. Dentre os princípios adotados na construção do Projeto de Avaliação Institucional, podemos destacar:

    • a ética,
    • a democracia,
    • a convivência com opiniões divergentes,
    • o trabalho coletivo e crítico participativo,
    • o mérito,
    • a eqüidade,
    • a pertinência e
    • a relevância social e comunitária.

    Constituição da CPA

    Em atendimento a Lei 10.861 de 14 de abril de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – Sinaes a instituição constituiu sua CPA, com aprovação no órgão colegiado máximo. A CPA terá atuação autônoma em relação a conselhos e demais órgãos colegiados existentes na instituição, cujas  atribuições previstas em lei, serão as de condução dos processos de avaliação internos da instituição e de sistematização e de prestação das informações solicitadas pelo INEP.
    A CPA é composta com os seguintes membros:

    CPA – FACULDADE PENTÁGONO
    Membro Segmento
    Presidente
    Corpo Técnico Administrativo
    Corpo Docente
    Corpo Discente
    Sociedade Civil Organizada

     

    PLANEJAMENTO

    A síntese das dimensões a serem avaliadas é fruto de debate interno e revela as preocupações mais específicas em relação ao cotidiano acadêmico e as projeções de continuidade institucional. São elas:

    Missão e PDI – identidade institucional com suas finalidades e objetivos essenciais.Existência dos documentos oficiais e sua aplicação no cotidiano institucional.

    Políticas para o Ensino – Currículos e programas – Concepção de currículo, organização didático-pedagógica, objetivos, formação profissional e cidadã, adequação às demandas do mercado e da cidadania, interdisciplinaridade, flexibilidade curricular, inovações didático-pedagógicas, utilização de novas tecnologias de ensino e atendimento às demandas atuais da ciência e da vida econômica e social.

    Responsabilidade Social – O valor educativo da extensão e de outras atividades comunitárias e sua integração com as demais atividades acadêmicas. Sua relação com a missão institucional e com o desenvolvimento regional. Suas relações com o setor público, com o setor produtivo e com o mercado de trabalho.Atividades de inclusão social e de valorização da cultura, arte e respeito ao meio ambiente.

    Comunicação com a sociedade – Meios de comunicação utilizados. Qualidade da comunicação interna e externa.

    Corpo Docente – Formação acadêmica e profissional, carreira docente e políticas de capacitação e desenvolvimento profissional. Desempenho geral profissional dos docentes.

    Corpo de técnico-administrativos – Integração da equipe na comunidade acadêmica. Formação profissional e políticas de capacitação e desenvolvimento profissional, formas de admissão e progressão na carreira. Desempenho geral profissional dos funcionários técnico-administrativos.

    Modelo de Gestão – A administração geral da Instituição e de seus principais setores. A qualidade dos serviços prestados, o clima organizacional, autonomia dos órgãos colegiados. Estilos de gestão e as estratégias de tomada de decisões. Divulgação de seus produtos e serviços.

    Infra-estrutura – Análise da infra-estrutura da instituição, em função das atividades acadêmicas. As salas de aulas, os laboratórios, as bibliotecas, áreas de convivência. Políticas de manutenção e atualização.

    Planejamento e Avaliação – Processos e Resultados da Avaliação Institucional – Existência de Projetos e Planos de Ação. O controle e o acompanhamento dos planejamentos e a efetividade de resultados. Compromisso com melhoria contínua e coerência e integração de planos.

    Atendimento aos estudantes e egressos. Corpo discente. Políticas de acesso, seleção e permanência de alunos.Integração de alunos e sua participação efetiva na vida universitária. Dados sobre ingressantes, evasão/abandono, Favorecimento  da autoformação do estudante. Desempenho geral dos discentes.

    Sustentabilidade financeira – Orçamento – eficiência e eficácia na utilização dos recursos. Controle e acompanhamento. Atendimento aos compromissos.

     

    PREPARAÇÃO – SENSIBILIZAÇÃO

    A Comissão Própria de Avaliação se responsabilizará pela preparação de todos os atores envolvidos no processo, sejam eles avaliadores ou avaliados, ou ainda, participantes de alguma forma da comunidade. Portanto, poderá estar prevista a organização do trabalho em sub-grupos, designados pela CPA, para algum fim específico, visando maior agilidade de processos e maior produtividade da própria comissão.

    Os grupos a serem avaliados (dos docentes, dos discentes e dos técnico-administrativos) receberão convite preferencial para o primeiro seminário elucidativo em torno do tema Avaliação Institucional. As atividades que se seguem serão definidas em calendário e servirão como oficinas de trabalho, compondo a Semana de sugestões sobre o tema Avaliação Institucional e mais especificamente sobre a Auto-avaliação. Durante esta semana a CPA receberá sugestões e dirimirá as dúvidas em torno do tema. Todos os participantes poderão discutir e refletir sobre as atividades, datas e formas de operacionalização. Será incentivada a participação de todos e trabalhar-se-á na perspectiva de atingir a todos os grupos pela forma de  representatividade.

    A partir desta fase, a CPA convidará membros interessados no suporte as atividades de avaliação. Pensa-se neste momento em sub-grupos de Comunicação, Coleta de Dados, Apoio Tecnológico e Operacional, Informações Institucionais e Documentos Oficiais e Planos de Ação.

    Após os debates e divisão de tarefas, será possível levantar os custos detalhados das atividades, respeitada a ordem de grandeza prevista em orçamento, e proceder registro a fim de que possa ser utilizado como referência neste e nos próximos ciclos de avaliação.

    A sensibilização deverá estar presente tanto nos momentos iniciais quanto na continuidade das ações avaliativas, pois sempre haverá sujeitos novos iniciando sua participação no processo: sejam estudantes, sejam membros do corpo docente ou técnico-administrativo.

     

    COMUNICAÇÃO

    O Relatório Final objetiva formalizar o processo de comunicação dos resultados da avaliação ao dirigente máximo da instituição e, ainda, consolida uma das atribuições da CPA, conforme definição do SINAES/MEC, que é a prestação das informações do processo de avaliação interno da instituição, solicitada pelo INEP.

    Todo processo de avaliação revestido de responsabilidade social, ética e postura educativa com objetivo formativo necessita ser apresentado como forma de retro-alimentação ou feed-back aos que dele participaram ativamente e aos que de alguma forma são, ou serão atingidos direta ou indiretamente. A retro-alimentação ou feed-back consiste em definir as estratégias de comunicação, ou seja, definir forma de linguagem e apresentação, dinâmica, data e  local a serem utilizados para seu público alvo.

    Poderá ser apresentado no site da instituição o Projeto de Avaliação Institucional como um todo, inclusive como forma de tornar público todo o seu esforço e empenho nesta atividade  além de tornar transparente sua forma de atuação. A CPA deverá manter um canal sistemático nesse veículo. Várias formas de comunicação poderão ser acrescidas na fase de debates com os atores envolvidos, dentre as quais  podem ser destacadas – circulares, cartazetes e murais entre outras.

    A Análise do Conjunto de Práticas e Dinâmicas Institucionais

    Se a avaliação é um processo que busca melhorar a qualidade, aumentar a e elevar a eficácia institucional, e a efetividade acadêmica e social, a avaliação educativa deve ser conseqüentemente um processo democrático, reflexivo e participativo. A obtenção de informações deve gerar reflexões indutoras da melhoria da qualidade acadêmica. Este processo de análise e reflexão deverá ser desenvolvido sob os princípios da prática social, de legitimidade, credibilidade, ética, flexibilidade, continuidade e respeito à identidade institucional.

    Essa análise, de caráter interpretativo, deverá transcender o conhecimento de números alcançados e refletir a vontade de transformação qualitativa da realidade estudada. Deverá conter informações pertinentes, consistentes e detalhadas das análises qualitativas e quantitativas e um profundo entendimento delas e ainda, sugestões a fim de subsidiar novas tomadas de decisão rumo aos novos desafios institucionais.

    É importante que o Relatório Final seja capaz de incorporar, quando estiverem disponíveis, os resultados da avaliação de cursos e de desempenho de estudantes.

     

    META-AVALIAÇÃO

    De modo especial, cada novo ciclo avaliativo deve levar em conta os acertos e eventuais falhas ou problemas do processo anterior.

    A meta-avaliação ou balanço crítico, entendida como atitude e prática de contínua reflexão sobre o processo avaliativo, fornecerá as bases para os novos processos de avaliação.

    A partir das reflexões e registros da CPA cada nova fase da avaliação se pautará em torno da eventual problemática apresentada, buscando sua superação.

    Relatório Final da auto-avaliação

    Com base nesse roteiro de análise e considerando criticamente todos os instrumentos que constituem articuladamente a auto-avaliação, em suas dimensões interna, externa e de re-avaliação, será preparado um detalhado e criterioso relatório.

    Este relatório deve fazer um amplo balanço crítico de todos os aspectos avaliados, consolidar objetivamente as informações relevantes, organizar todos os dados significativos e emitir os juízos de valor, resultantes das análises e debates realizados pela comunidade, sobre as suas atividades, situações, condições de processo e produtos, enfim, sobre todos os aspectos avaliados. O relatório, depois de passar por discussões nas diversas instâncias internas e externas da avaliação, deve ser formalmente aprovado pelo colegiado superior da instituição e oficialmente encaminhado à Comissão Nacional de Avaliação, do MEC.

     

    OS INSTRUMENTOS

    A Instituição recorrerá a instrumentos considerados adequados aos seus propósitos objetivando dispor de referenciais para priorizar as áreas de intervenção com vistas à elevação de patamares de qualidade. Essas ferramentas ajudarão a identificar problemas ou pontos fracos e assim também, sob bases sustentadas, favorecerão a busca dos pontos fortes e dos que devem ser potencializados.

    Metodologia da Avaliação

    A metodologia, prioritariamente, utiliza instrumentos balizados em uma concepção político-filosófica em função de seus valores, visando à compreensão de alguns fenômenos que ocorrem no ambiente educacional.

    A ideologia que a sustenta transcende o mero desempenho, embora o processo desenvolvido pela instituição não se furte dele, mas valoriza a reflexão conjunta no esforço de identificar em cada dimensão vários de seus aspectos e, enaltece, num exercício intra-comparativo que deve ser realizado periodicamente, os coeficientes de evolução encontrados na comunidade educativa.

    Para atender à complexidade envolvida, a escolha metodológica recai em um exercício de complementaridade, combinando a avaliação quantitativa e a qualitativa.

    Os passos a serem desenvolvidos em todo o processo de Avaliação são oito:

    pdi-avaliacao

    Aspectos Financeiros e Orçamentos

     

     

    Estratégia de gestão econômico-financeira

    A saúde financeira da instituição, entendida como o equilíbrio entre receitas e despesas permitirá não apenas o atendimento da missão institucional, como também o seu crescimento natural. Neste sentido, a mantida, por intermédio da Direção, possui autonomia para a gestão financeira e orçamentária, tendo como instrumento principal a peça orçamentária, anualmente discutida e aprovada pela entidade mantenedora. A peça orçamentária de despesas é caracterizada por em três principais alíneas: as despesas com pessoal que deverão estar próximas dos setenta por cento das despesas, as despesas com custeio, com patamares em torno de vinte por centro e as despesas com investimentos, com valores próximos a dez por cento do orçamento de despesas.

    Vale salientar que o orçamento é todo dirigido para a atividade fim da instituição, observando-se evidentemente as questões de natureza humana e os avanços tecnológicos que hoje são impostos a qualquer ramo de atividade. Na estruturação orçamentária, são discutidos os dois grandes objetivos da gestão econômica financeira: a revisão dos parâmetros fundamentais na elaboração do orçamento de receita e despesa da Instituição e a determinação dos itens de controle na execução orçamentária para acompanhamento e correção.

    A verificação da eficácia da execução orçamentária está concentrada nos seguintes itens de controle: a)- Controle de evasão; b)- Controle de Inadimplência; c)- Aquisição de materiais; d)- Consumos; e)- Novas fontes de receita.

     

  • PPI – Projeto Pedagógico Institucional

     

    Tendo em vista o seu contexto social, a realidade econômica de sua clientela e os recursos disponíveis, a Faculdade Pentágono, seguindo a vocação original, preocupa-se em estimular o estudo dos problemas da comunidade e estabelecer com ela uma relação de reciprocidade, baseada na sua experiência e trajetória com Cursos de Educação Profissional, que vem desde sua criação em 1960.

    Para tanto, conta com recursos humanos, materiais e de infra-estrutura compatíveis com o ensino. Como Instituição de Ensino Superior, ciente de sua responsabilidade local e regional, a Instituição estende seu raio de ação para atingir públicos de outras cidades do Grande ABC. Seu principal objetivo se configura na formação de profissionais nas diferentes áreas do conhecimento aptos a ingressar no mercado de trabalho, a contribuir com o desenvolvimento regional e a interferir, de forma significativa e produtiva, em sua sociedade.

    A Instituição ampliará sua vocação para a formação do cidadão quando definir seus Cursos de Extensão e Pós-Graduação que, juntamente com seus outros Cursos, formam uma rede necessária para que o ensino permaneça continuamente atualizado e sirva aos propósitos de atendimento à comunidade. Enfrenta assim, o desafio de construir uma ponte entre o conhecimento construído e processado em seu interior e a disseminação e socialização desse conhecimento, suporte da existência das instituições educacionais.

    Neste contexto, insere-se nas diferentes áreas do conhecimento, e estabelece como finalidade de seu ensino superior, a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos, o estímulo à educação continuada, o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os regionais, e a necessidade de relacionar-se com a comunidade, prestando serviços especializados.

     

    Princípios Filosóficos e Técnico-metodológicos

    Princípios filosóficos

    A Educação formal não se constrói em um vácuo. Ao contrário, ela se insere em uma perspectiva sócio-histórica que reorganiza o passado, agiliza o presente e projeta o futuro, fundamentada e apoiada em princípios éticos e filosóficos que subsidiam a atuação institucional. Em educação, tudo se encontra relacionado. Não é possível pensar a educação, sem a compreensão de mundo, de homem e da própria educação. Não é possível transformar sem conhecer.

    A educação formal, hoje, enfrenta o desafio de se preparar para o século em que já estamos inseridos e cujas tendências temos de conhecer para assumi-las, transformá-las, se necessário, e, fundamentalmente, ajudarmos a construí-las, a elas e ao homem que vai vivê-las.

    O passado nos dá algumas pistas. Com o advento da Revolução Industrial e seu respectivo “boom” no final do século XIX, o mundo passou a ser movido, fundamentalmente, pela velocidade. Velocidade de transformação dos processos produtivos, dos transportes, dos costumes, da apropriação do conhecimento, dos bens tangíveis e intangíveis, dos valores, da informação.

    Diferentemente do mundo pré-industrial, o homem atual enfrenta um cenário de multi riscos, abalado por crises estruturais, das quais o desemprego não é apenas mais uma. Criminalidade, progressão geométrica da violência e da insegurança aliadas à velocidade de produção, de circulação de informação e de mudanças paradigmáticas atordoam e angustiam o cidadão aqui ou em qualquer lugar do mundo.

    A clientela que bate às portas do ensino superior apresenta, em geral, modos de pensar, sentir e agir que provocam interferências negativas no trabalho acadêmico. Em boa parte, tais modos de pensar/conhecer têm como fonte o senso comum, composto de opiniões de pessoas e de grupos de pessoas, de julgamentos difusos e acríticos. O senso comum alimenta-se de experiências pessoais, diretas, logo transformadas em certezas; daí dizer-se que está impregnado de subjetivismo.

    Uma das grandes tarefas, já no ingresso deste aluno no ensino superior, deve consistir em estimular a passagem do senso comum para o conhecimento científico – até por causa da nova linguagem técnica a ser incorporada.

    Trata-se, por assim dizer, de civilizar/educar o senso comum. Enfim de introduzir a argumentação regrada; de entender que o conhecimento é conjecturável; de trabalhar com metodologia auto-corretiva; de desenvolver a objetividade; de aguçar o espírito crítico.

    Uma alternativa é pensar a educação para valores humanos, o que significa integrar as dimensões do conhecer, do pensar, do vivenciar e do agir.

    Torna-se necessária uma formação que propicie ao aluno a transposição do senso comum para um patamar mais elevado, de dominar conhecimentos básicos na fronteira das ciências, da epistemologia e do avanço de campos científicos que estão estabelecendo novas visões de mundo, a partir da física quântica, da teoria dos hemisférios cerebrais, da ecologia profunda, da visão de novos processos em educação, da agilidade do mercado, de perspectivas éticas diferenciadas, numa proposta de educação interdisciplinar, sob esse ponto de vista complexo e complementar que fundamenta os novos paradigmas da ação humana.

    Esta concepção de mundo ecoa um conceito de ser humano e de educação. Inserido em uma época de globalização, de profundas alterações sociais, de mudanças de demandas de mercado, de exigências competitivas, o homem se vê individualista, auto-centrado, obrigado a se tornar cada vez mais competitivo. Para a instituição de ensino, entretanto, a formação do profissional exige uma procura pela competência continuada, pela competitividade, pela capacidade de enfrentamento de situações-problema, mas, ao mesmo tempo, esta formação precisa privilegiar a permanência dos valores relacionados ao respeito e à dignidade humana.

    A Instituição tem como crença que a educação existe para transformar o homem. O ser humano vive em relação e essas relações se organizam no âmbito da família, da comunidade, da nação e das intersecções de ordem internacional. Não há como escapar do relacionamento social. Ao contrário, é preciso compreendê-lo para poder agir de forma produtiva, para si e para a sociedade.

    Este fato implica, por parte da Instituição, a disseminação de idéias pluralistas, o respeito ao direito de divergir e a construção da autonomia.

    A Instituição assume como princípio, a igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber; o pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino; a valorização dos profissionais do ensino e a garantia de padrão de qualidade.

    Todo esse processo resulta no termo “qualidade de ensino”, termo-chave para quem considera a qualidade o reflexo de uma ação séria e coordenada em todos os níveis de seu funcionamento.

     

    Princípios Técnico-metodológicos

    A Faculdade Pentágono tem consciência da amplitude e da complexidade das questões pedagógicas que emergem das inter-relações entre o humano, o ambiente e o conhecimento. Dessa forma, entende que os pressupostos teórico-metodológicos que norteiam este Projeto Pedagógico Institucional – PPI podem auxiliar suas diretrizes e modelos de execução. Para tanto, conceitua os diferentes aspectos relacionados à ação educativa e às bases curriculares, epistemológicas e pedagógicas de sua atuação.
    Vários são os possíveis enfoques curriculares em consonância com as diversas teorias elaboradas ao longo da história da educação. Na Instituição, a perspectiva curricular se fundamenta na concepção da escola como um espaço privilegiado em que se cruzam representações espontâneas e o saber científico, constituindo-se, assim, a grande meta de passagem do saber do senso comum para o saber científico.

    Como cada corrente teórica introduz aspectos importantes para a consecução dos propósitos educacionais, a Instituição tendeu a cruzar alguns postulados, não conflitantes, para embasar de modo mais eficiente sua posição pedagógica, adotando como princípios:

    A importância da aquisição da linguagem enquanto salto qualitativo nos processos de transformação do estudante;

    A consideração do homem como um ser que se desenvolve em contato com o meio social em que vive e com a afirmação do compromisso com a transformação desse meio, dado que ecoa a capacidade transformadora da educação;

    O aporte fornecido pelo desenvolvimento do processo cognitivo: o desenvolvimento da capacidade de solucionar problemas e uma visão prospectiva e estratégica constituem exigências de um mundo que se transforma a cada instante.

    Além disso, o Projeto Pedagógico Institucional da Faculdade Pentágono, como dado norteador das ações educativas, constitui o suporte de todos os projetos pedagógicos dos cursos que a Instituição oferece e oferecerá. Dessa forma, torna-se imprescindível que cada coordenador de curso conheça o PPI, bem como todos seus professores, para que validem as concepções de educação, de homem, a visão de mundo, os fundamentos epistemológicos e seus marcos situacionais.

    Conceitualmente, a Instituição assume o caráter integrador do conhecimento como pilar da formação, da base do processo ensino – aprendizagem. Por isso mesmo, entende como necessário o equilíbrio entre a formação do cidadão e a formação profissional, o que repercute numa concepção orientada pelo diálogo, pela integração do conhecimento, pelo exercício da criticidade, da curiosidade epistemológica e pela busca da autonomia intelectual do aluno. Um processo capaz de fazer com que professores e alunos se percebam como sujeitos inacabados e inquietos, por isso, capazes de modificar, propor e intervir nos processos de conhecimento e na sociedade. Supera a perspectiva de um ensino mecanicista, no qual o aluno apenas recebe o conhecimento memorizando-o, para assumir uma postura dialógica e curiosa, na produção da aprendizagem.

    Ensinar e aprender com base no diálogo, na participação e na integração do conhecimento, por meio da postura interdisciplinar, é vivenciar um percurso de conhecimento de forma democrática, marcado pela responsabilidade e compromisso de cada sujeito envolvido. Conceber o ensino e a aprendizagem como processos humanos e participativos implica ver os professores e alunos como atores sociais, políticos e culturais responsáveis.

    A aprendizagem é construída mediante a interação e a prática que favorece a dúvida, a problematização, a iniciativa à pesquisa e a titularidade do percurso de formação, por meio de novos caminhos na produção do saber. Professores e alunos precisam ter a coragem e ousadia para saltar sobre o desconhecido, buscando novos caminhos na construção do conhecimento.

    Na busca de uma aprendizagem problematizadora e integradora, o desafio que se impõe, a partir daí, é de um currículo concebido como uma política cultural que forma identidades pessoais e profissionais, comprometido com a emergência de uma sociedade em que todos os cidadãos possam produzir e usufruir da cultura de forma mais digna. Desta forma, a trajetória curricular expressa visões de mundo, de projeto social, de conhecimentos válidos, por isso, corporifica nexos entre saber, poder e identidade.

    Como produção cultural, o currículo é uma seleção de conhecimentos e significações que apresentam compromissos sócio-éticos, por isso, é visto, no percurso de formação, produzindo uma determinada identidade profissional de acordo com uma trajetória formativa fundamentada nos objetivos institucionais.

    Nesse contexto, no qual o currículo é um território de formação plural e dinâmica, assume expressiva relevância a seleção de conteúdos, a partir dos princípios e propostas dos projetos pedagógicos dos cursos, dos campos de conhecimento que fundamentam a formação profissional pautada no respeito à diversidade cultural.

    Compõem o percurso curricular: as atividades complementares e o estágio para alguns cursos e o Projeto Articulador e de Inovação para todos, pois asseguram um processo de conhecimento interdisciplinar e aperfeiçoam o processo de aprendizagem por meio da aproximação entre a academia e o mundo do trabalho.

    A trajetória curricular deve proporcionar condições que assegurem o conhecimento específico, correspondente a cada área, e o conhecimento que prepare os alunos para a compreensão dos desafios da sociedade, na condição de cidadãos. A vivência de um currículo articulador consiste na concepção e produção de um planejamento em movimento que vincule o conhecimento técnico com a formação humana, ética e postura crítica e criativa. Desta forma, o trabalho desenvolvido pelos protagonistas da sala de aula busca permanentemente, a interação entre os sujeitos e o conhecimento, o diálogo com o contexto sócio-cultural, a formação pautada na busca da autonomia intelectual, o desafio de buscar soluções para os problemas da realidade vivenciada, e o incentivo da criatividade e responsabilidade do educando. Desta forma, o planejamento do processo ensino-aprendizagem prioriza, por intermédio da ação dialógica, a construção, a internalização crítica, a assimilação, a re-elaboração e a reconstrução de conhecimentos.

    Neste contexto o Projeto Pedagógico Institucional expressa sua identidade por meio do trabalho docente, mediante a formação contínua de profissionais éticos, críticos, competentes e responsáveis pela construção de práticas educativas cidadãs.

    A Instituição promoverá a utilização de ações interdisciplinares que respeitem o direito à diferença, à singularidade, à transparência e à participação de cada curso no Projeto Pedagógico Institucional, considerando as diversidades culturais, religiosas, políticas, sociais e econômicas presentes no contexto acadêmico. Fundamenta-se na aprendizagem orientada no sentido de qualificar pessoas capazes de refletir sobre os diversos e diferentes contextos; e na importância da relação professor-aluno, orientada no sentido de proporcionar ao aluno o desenvolvimento de competências para intervir no contexto em que vive. Isto exige diálogo constante e debate efetivo, respeitadas as peculiaridades intelectuais e culturais.

    O professor é o organizador do trabalho docente. Com base no fato de que o conhecimento é um processo, não se encontra pronto e não pode ser dado, o professor é aquele que propicia as condições necessárias para que o aluno aprenda. Este aprendizado não se encontra, entretanto, restrito ao conhecimento como um dado alheio a qualquer consideração situacional – a própria sala de aula, neste caso, ou a implicações de ordem sócio-históricas.

    É a sala de aula – um espaço de exercício de cidadania, de socialização, de envolvimento político, de debates, de idéias pluralistas, respeitado o direito de divergir. Nessa sala de aula, o aluno é ativo e apresenta suas representações de mundo, de educação, de mercado de trabalho e, acima de tudo, de si mesmo e do professor.
    A sala de aula deve ser considerada um processo em construção. Institui-se como um lugar de execução do que foi planejado, de cumprimento de prazos, de observância de deveres e de direitos, de exercício de princípios de ética e de cidadania. Igualmente, é o local privilegiado para o processamento do conhecimento por meio da relação, já referida, entre os dois atores básicos do processo ensino-aprendizagem: o professor e o aluno.

    Como diretriz fundamental, as atividades acadêmicas, na Instituição, são pautadas pela interdisciplinaridade.
    Para atingir os objetivos propostos, torna-se necessário que o Projeto de Curso apresente ao professor uma seleção adequada dos conteúdos que deve instrumentalizar o processo de aprendizagem dos alunos. Como diretriz, entende-se a necessidade de um planejamento dos conteúdos, a seleção daqueles que são efetivamente fundamentais para o aluno ao término de cada semestre e, por fim, ao término do curso. Tais conteúdos devem ter como suporte duas dimensões: a) o efetivo crescimento do aluno, na base cognitiva, na social e no compromisso com o meio; b) as condições de empregabilidade.

    Do ponto de vista das disciplinas, concebe-se uma possibilidade de efetiva aprendizagem se os conteúdos selecionados forem significativos para o aluno e para a realidade em que ele se insere, regional, nacional e internacional, dado que, desta forma contribui-se para o desenvolvimento do aluno e se possibilita uma crescente apropriação de autonomia.

    A política de oferta de um ensino de qualidade se encontra materializada na própria missão da Instituição de “proporcionar uma educação de qualidade reconhecida pela sociedade, formando integralmente o indivíduo para os desafios de um mundo globalizado” e intimamente relacionada com a prioridade orientada para o aluno, dentro do contexto e das condições que pode oferecer. Para tanto, o saber pedagógico, saber específico do professor, torna-se fundamental.

    Esse saber pedagógico advém de uma necessidade de aprofundamento das perspectivas curriculares assumidas, bem como do histórico de educação profissional do Pentágono desde a sua criação. Neste contexto que se apresenta a necessidade de criação de espaços para a capacitação docente.

    O estudo das bases teóricas do currículo expressa igualmente uma política de embasamento teórico para as ações institucionais. Elaborar um currículo depende de estudos, e não apenas da prática escolar. Assim, para a Instituição, a teoria e a prática se fundem para dar suporte às ações pedagógicas. Com tais suportes, o professor terá mais elementos para estabelecer práticas pedagógicas diferenciadas, constituindo, esse, um dos dados identificadores da Instituição.

    Conhecer os arcabouços teóricos que desenham e sustentam a prática educativa deverá ser uma das diretrizes dessa Instituição a partir de 2012, fato este que torna cada integrante desta comunidade acadêmica um vetor de ensino e de divulgação da Instituição.

    O Projeto Pedagógico de Curso – PPC deve estar intimamente relacionado com o PPI. O PPC de cada curso constitui o dado que define as diretrizes pedagógicas, metodológicas e avaliativas de cada Projeto. A ele, segue a gestão pedagógica, em seus diferentes níveis e dimensões e, mais, a docência como forma de organização e dinamização dos propósitos construídos nas relações vivenciadas em situações de ensino.
    Com base nos princípios filosóficos assumidos e nos pressupostos teórico-metodológicos, a Faculdade Pentágono definiu diretrizes de ação (execução), cujos desdobramentos constarão nos planos de aula de cada unidade curricular. Destaca-se a necessidade de explicitar as diversas alternativas metodológicas que poderão ser utilizadas em sala de aula como, por exemplo: aulas expositivas, atividades de laboratório, trabalhos em grupo, estudos de casos, visitas técnicas, palestras, debates, seminários, redação, fichamento, resenha, dinâmicas de grupo, pesquisas bibliográficas, vídeos entre outras.

    Incorpora na sua perspectiva educacional a aceitação do aluno, como tal, e a implementação de propostas de ordem pedagógica que possam dar conta da força transformadora da educação. Para tanto, este PPI constitui o dado integrador dos componentes educacionais, dos princípios à execução. Do ponto de vista da ação, a Instituição se estrutura em um percurso delineado para manter o norte assumido.

    Deverá a partir da aprovação deste documento, realizar avaliação diagnóstica dos alunos ingressantes para levantamento de dados que possam subsidiar as ações pedagógicas e institucionais.

    A integração das atividades de ensino com as atividades extensionistas, bem com as de inovação, revela a compreensão da Faculdade Pentágono de que o conhecimento não é imóvel, estanque, mas compartilhado e enriquecido a partir de diferentes fontes. Trabalha com um conhecimento diversificado, teoricamente ancorado e realizado, fato esse que permite o pluralismo de idéias, o suporte argumentativo a autonomia do aluno que, pela diversidade tem a oportunidade de agregar valores de vários segmentos e participar de sua própria construção como pessoa integral.

    Simultaneamente, ao se construir, na instituição, o aluno também, integra os processos inerentes de transformação, revelando uma das características da Instituição: uma identidade ligada à contemporaneidade, pela flexibilidade de sua ação e uma identidade ligada aos valores básicos do ser humano, pelo seu respeito às normas, à ética, às diferenças  e à crença no poder transformador da educação.

     

    Organização didático-pedagógica

    Organização Modular

    O módulo é um princípio organizacional e estrutural que se caracteriza por ser uma unidade de ensino autônoma, com coerência interna e significado próprio, pertencente a uma proposta de integralização de uma qualificação parcial ou total (LOURENÇO, 2009). Cada módulo apresenta um projeto articulador e de inovação, com temática específica que conduzirá as ações didático-pedagógicas para esta qualificação.

    Como princípio pedagógico, o módulo possibilita além da flexibilização e inovação, a interdisciplinaridade, o rompimento da dicotomia teoria e prática / escola e trabalho, o foco das ações no desenvolvimento das habilidades e competências acadêmicas, almejando num âmbito maior competências para a vida e para o mundo do trabalho.

    A modularização permite mobilidade curricular, possibilitando que a Faculdade Pentágono incorpore novas formas de aprendizagem e de formação profissional presentes na realidade educacional e social.

    “A existência de níveis não impede as entidades que ministram a formação de desenvolverem um programa que satisfaça as necessidades dos seus clientes/ estudantes, mas significa também que entidades diferentes, que servem clientes diferentes, podem apresentar modelos de ensino e de aprendizagem diferentes, bem como programas diferentes.” (OTTER, 1996 p. 38)

    Para isso, a Faculdade Pentágono pretende, com a formatação dessa nova arquitetura curricular, alcançar uma estrutura apropriada para atender às exigências e perspectivas mercadológicas de trabalho e à formação integral do cidadão, com vistas ao panorama regional e nacional.

    As exigências de um mundo moderno e globalizado, de constantes avanços tecnológicos impõem ao jovem cidadão posições e atitudes coerentes para o enfrentamento dos obstáculos e desafios dessa nova realidade. Daí o desafio imposto à Instituição no sentido de preparar um currículo que atenda às necessidades desse novo contexto profissional e social, conforme previsto na legislação vigente.

    O Projeto Articulador e de Inovação

    O Projeto Articulador e de Inovação desenvolve uma identidade própria para o módulo ao aproximar os conteúdos teóricos ao mundo do trabalho. Por meio da relação interdisciplinar, permite a superação da fragmentação dos conhecimentos. Atende às necessidades organizacionais da contemporaneidade, à construção do perfil profissional cooperativo e ao desenvolvimento de habilidades e competências, desenvolvendo a capacidade de reflexão a partir da ação.

    Para Cardoso (2004), o Projeto Articulador e de Inovação propõe, a partir da aprendizagem conjunta e objetiva, a convergência de reflexões discentes e docentes. Por meio da interação entre alunos e professores envolvidos no processo de ensino-aprendizagem, favorece a formação prática e profissional e o desenvolvimento de atitudes cidadãs.

    “O desenvolvimento de projetos integradores tem como objetivos a aplicação de atividades interdisciplinares entre os vários temas abordados, o trabalho em equipe, a contextualização, a aprendizagem conjunta entre os alunos e professores envolvidos e o desenvolvimento de competências (conhecimentos, habilidades e atitudes) a serem aprendidas pelos alunos, com a utilização de diversos ambientes de aprendizagem e formas de avaliação, visando a demonstração de atitudes adequadas e a aplicação prática dos conhecimentos.” (CARDOSO, 2004)

    Por intermédio da problematização como subsídio para as ações, cria-se um eixo integrador entre as disciplinas que, perpassado pela contextualização e pelo trabalho em equipe, permite o entendimento e a compreensão reflexiva do que se ensina, resultando numa aprendizagem significativa.

    É importante que, por meio de atividades e conteúdos desenvolvidos com flexibilidade e criatividade, o Projeto Articulador e de Inovação permita a autonomia do módulo, de forma a contemplar aspectos de todas as disciplinas ao longo do curso, para que o aluno construa seus conhecimentos e estabeleça relações com o mundo do trabalho, como autor das identidades e interesses específicos para sua formação.

    A Necessidade do Empreender

    Do um ponto de vista mais restrito, a capacidade empreendedora está relacionada aos recursos que o aluno vai adquirindo durante seu período de formação para que, num futuro próximo, seja ele senhor de sua trajetória profissional. Para isso precisa aprender a assumir riscos, ser ousado, criativo e perseverante, características essas que devem estar sustentadas pelo poder de mobilizar conhecimentos de toda ordem.

    Ser empreendedor, criativo e inovador na vida profissional constitui uma necessidade dos dias atuais. Basta lembrar as mudanças que vêm ocorrendo nas relações e nas modalidades de trabalho, no cenário sócio-econômico apontando para a diminuição de empregos.

    Evidentemente, isso não significa o fim do trabalho, mas significa novas maneiras de inserção num  mercado de trabalho que exige iniciativas singulares, arrojadas, versáteis, trate-se de empreendimento próprio ou não. De qualquer modo, os tempos são outros; é preciso continuamente criar alternativas de atuação.

    Por sua vez, é oportuno lembrar que a atitude empreendedora vai se tornando necessária de um modo geral, isto é, ultrapassa a questão de possuir condições para projetar e desenvolver o seu próprio negócio. As atividades a favor da ousadia, da criatividade, da constante busca de novas alternativas diante dos problemas a enfrentar já fazem parte do cotidiano da vida de cada um de nós, qualquer que seja a situação em que estejamos envolvidos (em casa, no trabalho, com os amigos,  no clube,  na escola etc.).  Afinal, empreender não é só possuir um negócio, mas, antes de tudo, criar oportunidades, idealizar, planejar e executar projetos, sejam estes de natureza estritamente profissionais, sejam estes de natureza mais amplamente social, até mesmo projetos pessoais.

    Enfim, se paga um preço muito caro ficar aguardando que as coisas aconteçam. É preciso ter recursos intelectuais, mecanismos de ação e determinação para a inovação, para os desafios. O empreendedorismo aponta para essa direção, em boa parte dos casos direção de sobrevivência.

    O Projeto Articulador e de Inovação inserido nos cursos de graduação cumpre esta finalidade de possibilitar ao aluno que chega à Instituição, independentemente do curso ou do módulo em desenvolvimento, a prática do empreender. O aluno será incentivado e orientado, a cada seis meses, a se movimentar no sentido de sair da passividade e assumir riscos, ser ousado, criativo e inovador.

    Estágio Supervisionado

    O estágio supervisionado são as atividades de aprendizagem profissional proporcionadas ao aluno pela participação em situações reais de trabalho. É realizado em ambientes profissionais específicos, sob orientação de um professor responsável.

    Os estágios supervisionados são importantes para a formação profissional dos estudantes dos cursos superiores por estabelecerem relações entre teoria e prática.

    Em vários cursos de graduação, o estágio supervisionado é um componente curricular obrigatório de acordo com as diretrizes curriculares específicas de cada curso.

    Atividades Complementares

    As Atividades Complementares são componentes curriculares obrigatórios, instituídas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos e constituem-se de todas as atividades de ensino, pesquisa e extensão, realizadas fora do horário de aulas, que garantam, ao discente, complementação de conhecimento.

    Consideram-se como Atividades Complementares as atividades cujos registros comprovem a participação efetiva em eventos fora do horário de aulas.

    São consideradas atividades acadêmico-científicas:

    • Participação em atividades interdisciplinares oferecidas pelos referidos Cursos, desde que comprovada por relatório da atividade extra, relativa ao evento, e exercida fora do horário de aulas;
    • Participação em atividades propostas por professor de disciplina e realizadas fora do horário de aula, comprovada por relatórios;
    • Elaboração, organização e execução de projetos interdisciplinares;
    • Freqüência certificada em cursos de extensão, mini-cursos e oficinas, oferecidos pela Faculdade Pentágono ou por outras instituições;
    • Freqüência e aprovação em cursos de língua estrangeira, oferecidos pela Faculdade Pentágono ou por outras instituições;
    • Aprovação em exames internacionais de proficiência em língua estrangeira.
    • Participação em atividades de apoio a eventos acadêmicos, promovidos pela Faculdade Pentágono ou por outras instituições;
    • Apresentação de trabalhos em seminários extracurriculares, aulas inaugurais, semanas, simpósios, congressos, colóquios, encontros e outros eventos em âmbito local, regional, nacional ou internacional;
    • Atividades profissionais extracurriculares não remuneradas;
    • Participação como ouvinte em seminários, aulas inaugurais, semanas, simpósios, congressos, colóquios, apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), dissertação de mestrado e defesa de tese de doutoramento, encontros e outros eventos em âmbito local, regional, nacional ou internacional;
    • Participação em programas institucionalizados de iniciação científica;
    • Participação em grupos de estudos e de pesquisa credenciados pela Instituição; e
    • Produção científica.

    São consideradas atividades sócioculturais:

    • Visitas a museus, feiras, exposições e outros espaços culturais;
    • Participação em projetos ou ações de intervenção e responsabilidade social, inclusive voluntariado;
    • Participação em concursos literários ou temáticos;
    • Audiência a filmes, peças de teatro, shows, concertos, espetáculos, intervenções e outras manifestações culturais; e
    • Viagens de estudo.

    A participação em atividades deverá ser comprovada mediante apresentação de certificado, quando houver; atestado; ingresso; folder ou outros documentos pertinentes, carimbados e assinados pela instituição promotora, acompanhada de relatório feito pelo aluno.

    O cumprimento da carga horária, no prazo, é de responsabilidade do aluno e somente terão validade as atividades desenvolvidas durante o período de matrícula do aluno no Curso.

    O acompanhamento, a análise, o deferimento ou o indeferimento, a validação, a atribuição e o cômputo das atividades competem à Coordenação de Atividades Complementares.

    Programa de Monitoria

    Objetivos:

    • Assistir ao professor na orientação de alunos, esclarecendo e auxiliando os estudantes nas atividades realizadas em classe e/ou laboratórios, em pesquisa e na análise bibliográfica;
    • Contribuir para o bom relacionamento entre os alunos e o professor na aplicação do plano de ensino da disciplina;
    • Colaborar com o professor visando a integração dos alunos na comunidade universitária;
    • Orientar os alunos nas atividades acadêmicas, sob a supervisão do profissional responsável por seu trabalho.

    Educação a Distância – EaD

    A EaD trabalha com as Tecnologias da Informação e Comunicação – TICs e formas de interação diferenciadas entre os atores envolvidos no processo educacional. Essas interações passam a coexistir no virtual, o que implica novas formas de desenvolver a relação aluno – professor, aluno – aluno, aluno – instituição. As TICs provocam uma alteração do tempo e espaço no ensino e apontam para uma mudança de paradigmas educacionais.

    A proposta pedagógica para a EaD tem como objetivo a participação do aluno, a presença de uma equipe multidisciplinar, a presença de uma equipe de professores mediadores e ambientes virtuais.

    Os PPC reconhecidos poderão incorporar a EaD em até 20% de sua carga horária, atendendo as demandas sociais, à mobilidade do educando e à orientação do Ministério da Educação – MEC.

    Políticas Institucionais:

    Neste PPI o termo “política” está vinculado a orientações para medidas futuras, baseadas em experiências vivenciadas pela Faculdade Pentágono, na crença de que a educação é o elemento transformador das pessoas e da sociedade, bem como nos cinco valores estabelecidos pela instituição.

    Políticas para o Ensino

    • Interagir constantemente com as diversas comunidades que a cercam, desde a regional, próxima, ao envolvimento com a sociedade como um todo, na busca de sua capacidade de ampliar seu âmbito de ação;
    • Contribuir, de modo produtivo, para a inserção dos alunos, futuros profissionais e cidadãos, tanto no mercado de trabalho regional e nacional, como na construção contínua da cidadania e do projeto de nação;
    • Oferecer um ensino de qualidade, reconhecido pela sociedade;
    • Qualificar continuamente o corpo docente e o corpo técnico-administrativo;
    • Focalizar a aula como processo em construção a partir da interação aluno-professor;
    • Assumir a interdisciplinaridade como dado norteador das práticas pedagógicas;
    • Assumir a academia como constitutiva da vida formal do aluno, subsidiada, a prática, por arcabouços teóricos, aliando intimamente prática e teoria, sob uma concepção epistemológica de que o conhecimento não pode ser estanque e/ou isolado;
    • Assumir o novo paradigma do mundo contemporâneo que entende a educação formal não necessariamente como presencial;
    • Estimular a Educação a Distância – EaD, de modo responsável, teoricamente embasado, capaz de, efetivamente, colaborar para o desenvolvimento da educação formal no país.

    Políticas para a Extensão

    • Promover o desenvolvimento e a capacitação profissional das pessoas para o mercado de trabalho, ampliando suas possibilidades de empregabilidade e ascensão profissional.
    • Promover atividades que visem a processos de educação continuada e ao desenvolvimento intelectual e cultural do cidadão.
    • Desenvolver cursos e eventos, observando sempre o fortalecimento da imagem institucional, a demanda de mercado e auto-suficiência da atividade.
    • Atender às necessidades de complementação curricular dos cursos de graduação oferecidos pela Instituição.
    • Fortalecer ações já existentes e implementar novas ações de serviços prestados à comunidade e de responsabilidade social.

    Políticas para a pós-graduação

    • Implantar cursos de pós-graduação “lato sensu” como objetivo essencial para a expansão acadêmica, priorizando projetos interdisciplinares e integradores do conhecimento;
    • Fortalecer os cursos de graduação, identificando áreas preferenciais para implantação de novos cursos que representem alternativas inovadoras, aproveitamento as potencialidades e afirmação da identidade da instituição;
    • Fazer da pós-graduação instrumento revitalizador da melhoria da graduação, da extensão e formas de pesquisa na instituição;
    • Estimular a obtenção dos títulos de especialista tendo em vista a formação de educadores conhecedores da realidade institucional, base fundamental para ampliar o nível de qualidade de ensino nos cursos de graduação;
    • Preparar profissionais para o desempenho de atividades de elevada complexidade no mercado de trabalho;
    • Contribuir para a formação de profissionais atendendo principalmente às necessidades setoriais e regionais da sociedade;
    • Criar grupos de produção científica e tecnologia a partir dos cursos de especialização;
    • Compor corpo docente interno e permanente dos cursos de especialização, que atue, também, na graduação.

     

    Políticas de Gestão

    Gestão do currículo

    A gestão do currículo se faz a partir de reuniões pedagógicas em que se discutam as efetivas bases curriculares, ou seja, o corpo docente precisa estar inteirado das posições assumidas pela instituição e trabalhar, pedagogicamente, em consonância com essas disposições. O aluno deve saber o que se espera dele. Para isso, o Planejamento de Ensino é condição para o exercício da docência da Faculdade Pentágono e para o sucesso da tarefa. O Plano de Disciplina (semestral) deve levar em conta a ementa em que, discursivamente, o professor explicita a eixo estruturante de sua disciplina; os objetivos – resultados que pretende alcançar; os métodos e recursos de que se utilizará, as formas de avaliação, o cronograma de atividades e as referências pertinentes.

    Dessa forma, ainda que flexível, o Plano de Disciplina fornece ao aluno os subsídios necessários não só para acompanhar o desenvolvimento dos estudos, mas, igualmente, para tornar-se pró-ativo, realizando pesquisas sobre assuntos pré-determinados. Com este tipo de procedimento, busca-se a crescente autonomia do aluno que, inserido em um mundo de contínuas transformações, vê-se compelido a, cada vez mais, manter-se atualizado. Nesse sentido, a perspectiva curricular dá suporte á construção da sala de aula.

    Gestão do curso

    Compete ao coordenador que executa essa função por meio de um comprometimento com seus professores e alunos, com as instâncias administrativas e com os princípios que regem a construção, reformulação e constante atualização dos projetos pedagógicos.

    Gestão da sala de aula

    A sala de aula implica em duas condutas: a do professor e a do aluno. O professor constitui um exemplo para o aluno, pela autoridade de seu conhecimento, pelo posicionamento que assume, pelo respeito aos alunos, às suas deficiências e às suas possibilidades de crescimento. O termo cidadania implica uma série de acepções, conforme o nível em que se aplica. Na construção e gestão da sala de aula, propiciar o desenvolvimento do aluno é uma ação cidadã. O desenvolvimento das condições de apropriação do conhecimento deve ser cuidadosamente conduzido, por meio de práticas pedagógicas efetivas.

    Assim, nas aulas, procura-se uma interação contínua do aluno, buscando levantar dados sobre os saberes que os alunos já têm e trabalhar com eles, de modo que os alunos tenham condições de refletir sobre seus próprios saberes e confrontá-los com os outros aportes de nível teórico e social. A aula não é um fim em si mesma; ao contrário, é uma condição de aprendizagem. Daí a necessidade de detalhamento dos comportamentos desejados, desde a participação em sala de aula, ao conceito de avaliação. A própria avaliação integra este conjunto ensino-aprendizagem. Paulatinamente, alunos e professores passam a compreender a avaliação discente como algo intrínseco, instrumento revelador das necessidades de manutenção ou alteração de rumos e não apenas como uma prova de aferição de conhecimentos.

    É importante salientar que se a educação quer conscientizar politicamente para poder transformar a sociedade, as bases conceituais relacionam-se a todos os procedimentos institucionais. Neste sentido, se a Faculdade assume valores como cooperação, transparência, respeito, comprometimento e inovação, tais valores devem permear a sala de aula e todos os setores da instituição. Por outro lado, se o objetivo é formação de um profissional cidadão, apto a ingressar no mercado de trabalho, capaz de enfrentar situações-problema, interessado em assumir uma atitude investigativa, o Planejamento de Ensino e os Planos de Disciplina cumprem papel essencial.

    Desta forma, cabe ao coordenador do curso e aos professores criar pontes de relação entre a escola formal e a existência cotidiana, selecionando, dentre todo o conteúdo possível, os itens que necessariamente os alunos devem tomar conhecimento e reprocessar para movimentarem de modo adequado, eficiente e eficaz no mundo para que serão preparados e a que, de algum já pertencem, se entendermos que, atualmente, já não nos defrontamos com o aluno que trabalha, mas o trabalhador que percebeu a necessidade da escola formal – o trabalhador estudante.

    Políticas de Responsabilidade Social

    • Crescer de forma sustentável;
    • Aperfeiçoar as relações com os públicos com os quais atua, especialmente alunos, ex-alunos, empregados, parceiros e colaboradores.
    • Atentar para a preservação do meio ambiente;
    • Promover a inclusão social e participar do desenvolvimento da comunidade de que fazem parte;
    • Construir uma imagem de referência que traga, cada vez mais, melhores condições de enfrentamento do mercado de trabalho;
    • Estabelecer relações éticas e transparentes com alunos, funcionários e a comunidade em que se insere.

    Políticas para Avaliação Institucional

    • Implementar o processo de Avaliação Institucional global, articulando as modalidades de auto-avaliação com as avaliações externas, respeitando os prazos estabelecidos na legislação.
    • Manter a comunidade acadêmica continuamente envolvida e alinhada à missão, objetivos e metas institucionais, tendo estes, como parâmetros no direcionamento das atividades desenvolvidas.
    • Consolidar as diferentes etapas de avaliação, gerando Planos Anuais de Ação Específicos, que nortearão as principais decisões e atividades institucionais, na busca do aprimoramento contínuo.
    • Sistematizar o ciclo de planejamento, acompanhamento e avaliação, visando à racionalização de esforços e recursos, na obtenção de resultados institucionais almejados.
    • Obter ano a ano visão clara e objetiva do poder de transformação institucional, assim como seus pontos mais frágeis.
    • Disseminar a importância e cultura de avaliação institucional permanente como forma de estabelecer metas, corrigir rumos e elevar a qualidade das diversas atividades desenvolvidas;
    • Gerar autoconhecimento e informação como forma de fundamentação aos processos institucionais de tomada de decisão;
    • Estabelecer diretrizes sobre as melhorias necessárias para a oferta de cursos, programas e elaboração de planos e processos de gestão, em patamares cada vez mais altos de qualidade;
    • Constituir forma transparente de prestação de contas à comunidade;
    • Analisar criticamente a totalidade das diferentes modalidades de avaliação e a partir de sua articulação, verificar a coerência  e eficácia entre processos e resultados, possibilitando desta forma, a percepção do poder de transformação institucional.

    Políticas para Educação a Distância – EAD

    • Assumir a EAD como modalidade de ensino que se estende à graduação, pós-graduação e extensão.
    • Integrar-se com políticas, diretrizes e padrões de qualidade definidos para o ensino superior como um todo e para o curso específico;
    • Desenhar o projeto da identidade da educação a distância;
    • Formar Equipe profissional multidisciplinar;
    • Propiciar a comunicação e a interação entre professores e alunos;
    • Atentar para a qualidade dos recursos educacionais e para a infra-estrutura de apoio;
    • Promover a avaliação de qualidade contínua e abrangente;
    • Estabelecer Convênios e parcerias;
    • Informar a comunidade, por meio de edital e informações sobre o curso de graduação a distância;
    • Equilibrar os custos de implementação e manutenção da graduação a distância.

    Política de Recursos Humanos – Corpo Docente

    • Contratar professores para os cursos, com indicação da matéria, respeitadas as especializações e a qualificação específica que poderão corresponder a uma ou mais disciplinas;
    • Manter atualizado o cadastro de cada professor;
    • Manter atualizada a política de capacitação docente;

    Política de Recursos Humanos – Corpo Técnico-administrativo

    • Contratar profissionais com qualificação específica para os setores em que irão atuar;
    • Manter atualizado o cadastro de cada funcionário;
    • Introduzir programas de capacitação.

    Avaliação da Aprendizagem

    A avaliação da aprendizagem adquire seu sentido na medida em que se articula com um projeto pedagógico e com seu conseqüente projeto de ensino. A avaliação tanto no geral quanto no específico da aprendizagem não possui uma finalidade em si, ela subsidia um curso de ação que visa construir um resultado definido. Não podemos ignorar as tendências do contexto na formação profissional, por outro lado o compromisso educacional extrapola o circuito de necessidades imediatas para construir bases mais profundas e sólidas a partir das quais o sujeito pode vir a avançar tanto em termos cognitivos quanto em termos da atuação social e política. A avaliação cumpriria, então, a função emancipatória.

  • Unidade Centro

     

    Prof_Solange_editado

     

    Professora Solange Feletto Tersariol – Diretora Pedagógica

    Graduada em Pedagogia e pós graduada em Psicopedagogia. Experiência como Educadora há 25 anos, ocupando a Direção do Colégio Pentágono desde 2007.

     

     

    Prof_Manoel_editado

     

    Professor Manuel Roberto de Queiroz – Diretor Acadêmico

    Químico Industrial. Licenciado pelo MEC DEI, em Química. Funcionário do Pentágono há 52 anos e diretor há 36 anos.

     

     

     

    Prof_Antonio_Galdeano_editado

     

    Professor Antonio Sebastião Galdeano – Coordenador Pedagógico

    Graduado na área de Educação Artística, habilitação em Artes Cênicas. Mestre em Educação. Atua como professor em cursos de pós-graduação e graduação. Experiência na área Educacional há 25 anos, ocupando o cargo de Coordenador Pedagógico do Ensino Médio e Ensino Médio Técnico desde 2015.

     

    Prof_Claudinei_editado

     

    Professor Claudinei Martins – Coordenador Pedagógico

    Graduado em Engenharia Química, Mestre em Química, ocupando o cargo de Coordenador Pedagógico do Ensino Superior.

     

     

     

    Prof_Ieda_editado

     

    Professora Ieda – Coordenadora Pedagógica Professora
    Graduada em Pedagogia, habilitação em Administração escolar, supervisão e orientação educacional e Pós graduada em Gestão do Terceiro Setor. Experiência na área educacional há 21 anos.

     

     

     

    Prof_Marco_Antonio_editado

     

    Professor Marco Antônio Armelin Ferreira – Coordenador Pedagógico

    Graduado em Economia, Pós Graduado em Gestão da Qualidade, Administração e Gestão da Produção, Gestão da Tecnologia da Informação e Mestre em Educação, ocupando o cargo de Coordenador Pedagógico do Ensino Superior.

     

    Prof_Ichiura_editado

     

    Professor Ricardo Ichiura – Coordenador Pedagógico

    Graduado em Matemática, experiência como educador há 26 anos, ocupando o cargo de Coordenador Pedagógico do Ensino Médio e Ensino Médio Técnico no Colégio Pentágono, desde 2012.

     

     

     

    Unidade Parque

    Prof_Solange_editado

     

    Professora Solange Feletto Tersariol – Diretora Pedagógica

    Graduada em Pedagogia e pós graduada em Psicopedagogia. Experiência como Educadora há 25 anos, ocupando a Direção do Colégio Pentágono desde 2007.

     

     

    Prof_Fatima_editada

     

    Professora Fátima Franzago – Coordenadora Pedagógica
    Graduada em Biologia, experiência como educadora há 25 anos e ocupando o cargo de Coordenadora Pedagógica do Ensino Médio desde 2013.

     

     

     

    Prof_Gianici_editada

     

    Professora Gianici Maria dos Santos – Coordenadora Pedagógica
    Graduada em Pedagogia, Bacharel em Administração de Empresas, ocupando o cargo de Coordenadora da Educação Infantil e Ensino Fundamental I desde 2015.

     

     

     

     

    Prof_Jane_editada

     

    Professora Jane Cecilia Perfi Gomes – Diretora de Unidade
    Graduada em Psicologia e Pedagogia, com especialização em Psicomotricidade e Psicopedagogia. Experiência como Educadora há 18 anos, ocupando Direção do Colégio Pentágono desde 2009.